• Contenu principal
  • Menu
OpenEdition Books
  • Accueil
  • Catalogue de 16452 livres
  • Éditeurs
  • Auteurs
  • Facebook
  • X
  • Partager
    • Facebook

    • X

    • Accueil
    • Catalogue de 16452 livres
    • Éditeurs
    • Auteurs
  • Ressources numériques en sciences humaines et sociales

    • OpenEdition
  • Nos plateformes

    • OpenEdition Books
    • OpenEdition Journals
    • Hypothèses
    • Calenda
  • Bibliothèques

    • OpenEdition Freemium
  • Suivez-nous

  • Lettre d’information
OpenEdition Search

Redirection vers OpenEdition Search.

À quel endroit ?
  • IRD Éditions
  • ›
  • Grands enjeux
  • ›
  • Trajetórias de pesquisa na Amazônia bras...
  • ›
  • Parte 1. Monitorar as dinâmicas, entende...
  • ›
  • 4. Os solos: da dinâmica das lateritas à...
  • IRD Éditions
  • IRD Éditions
    IRD Éditions
    Informations sur la couverture
    Table des matières
    Liens vers le livre
    Informations sur la couverture
    Table des matières
    Formats de lecture

    Plan

    Plan détaillé Texte intégral Contexto Como são estudados os solos na Amazônia? Quais são os principais resultados sobre os solos amazônicos e quais são as perspectivas? Em conclusão Bibliographie

    Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira

    Ce livre est recensé par

    Précédent Suivant
    Table des matières

    4. Os solos: da dinâmica das lateritas à degradação da terra e da biodiversidade

    p. 48-55

    Résumé

    Após as pesquisas iniciais sobre a compreensão da gênese dos solos tropicais, foram desenvolvidos diferentes programas sobre a evolução dos solos após o desmatamento, sobre os efeitos do corte e da queima, sobre os efeitos do cultivo, sobre o ciclo do carbono, sobre a biodiversidade e sobre a atividade da fauna e microbioma do solo. Seus propósitos eram ajudar a definir práticas de gestão adaptadas aos ambientes tropicais. Esta evolução da pesquisa na Amazônia tem acompanhado uma conscientização global sobre a importância dos solos para a segurança alimentar e como apoio à biodiversidade, e os riscos que sua degradação representa para vários serviços ecossistêmicos

    Texte intégral Bibliographie Para mais informações

    Texte intégral

    Contexto

    1A cooperação entre o Orstom/IRD e o Brasil na ciência do solo começou em 1971 no Estado da Bahia, com o objetivo de desenvolver estudos conjuntos sobre a gênese dos solos tropicais e o destino da matéria orgânica.

    2O investimento feito pelo IRD na disseminação do conhecimento sobre a análise estrutural da cobertura do solo no Brasil levou ao XXI Congresso Brasileiro de Ciência do Solo, realizado em Campinas, São Paulo, em 1987, sobre o tema da responsabilidade social da ciência do solo.

    3Reconheceu-se, desde cedo, que os solos lateríticos eram característicos das regiões tropicais. Sua ampla distribuição nestas regiões foi atribuída, já nos anos 1960, à grande quantidade de chuvas que caíam num período quente, á alta temperatura do solo durante todo o ano e ao baixo escoamento sob a floresta, o que favorece a infiltração de uma proporção importante de precipitação, e á uma certa estabilidade tectônica (antigos escudos) e climática ao longo dos tempos geológicos. Estas características climáticas favorecem a rápida degradação da grande quantidade de matéria orgânica depositada na superfície do solo, enquanto a infiltração maciça permite uma alteração profunda e a relativa estabilidade tectônica favorece o desenvolvimento de solos antigos. Esta alteração, que se desenvolve sobre grandes profundidades, caracteriza-se por uma lixiviação de sílica e por um acúmulo de óxidos de ferro liberados, o que lhes confere sua cor vermelha ou amarela característica, dependendo dos óxidos de ferro dominantes. Esta lixiviação de sílica combinada com o acúmulo de óxidos de ferro significa que estes solos são compostos de argilas características de seu modo de formação, que dão aos solos lateríticos uma estrutura que favorece a drenagem ao mesmo tempo em que é muito resistente, desde que o solo não seja perturbado em profundidade. Os solos lateríticos são, portanto, solos muito velhos e espessos, caracterizados por uma estrutura de “pó de café” muito particular, em sua maioria vermelho ou amarelo. A forma como a água circula no solo tem grande impacto na diferenciação destes solos, dependendo se ela se infiltra verticalmente ou se parte da água infiltrada é capaz de migrar lateralmente dentro do solo, ou que se acumula no solo por um período mais ou menos longo, permitindo ou a lixiviação completa da matéria orgânica e dos óxidos de ferro e dando origem a outro tipo característico de solo, o podzol (em condições ácidas e redutoras favorecendo a dissolução dos óxidos de ferro), ou a uma redução do oxigênio presente no solo dando as características dos solos hidromórficos. Estas características gerais implicam, por um lado, que estes solos se tornam compactos assim que sua estrutura particular é perturbada e, por outro lado, que qualquer desmatamento da floresta ou cultivo os transforma de forma irreparável em solos profundamente degradados devido á sua baixa fertilidade associada ao baixo conteúdo de matéria orgânica. Os solos da região intertropical são, portanto, geralmente muito estáveis em seu ambiente natural, e extremamente frágeis à perturbação.

    Os serviços hídricos do solo são altamente afetados pelo pastoreio. Frente pioneira da Amazônia, Estado do Pará, Brasil

    Image 10000000000005710000036FA7D29C0735F39E07.jpg

    © IRD/M. Grimaldi

    Corte de estrada em lateritas na BR 174 entre Boa Vista e Caracarai, Brasil.

    Image 10000000000003940000025FF49F1E69ECEE52E0.jpg

    © IRD/F. Seyler

    4O Orstom/IRD tem desempenhado um papel importante na compreensão dos mecanismos de gênese e transformação dos solos tropicais, primeiro na África Central e Ocidental, depois na Guiana Francesa e no Brasil. Um ramo da pedologia francesa se desenvolveu significativamente na Guiana Francesa e no Brasil: a pedologia estrutural. Trata-se da transformação dos solos, que, como vimos acima, ocorre de acordo com os diferentes padrões de circulação da água no solo, sendo estes diferentes tipos de circulação uma função da topografia. A perda de material devido à degradação das lateritas, por sua vez, influencia a forma do relevo. Estas mudanças nos solos lateríticos sob a influência de fatores ambientais fazem da cobertura do solo um organismo em evolução, transformando e modificando o relevo, possibilitando assim a leitura do estágio de evolução destas coberturas na paisagem. Este método de análise das transformações do solo e da paisagem foi objeto do grande programa Dynamiques des latérites (Dylat), que foi implantado primeiramente na África Central, depois na Guiana Francesa nos anos 90 e finalmente no Brasil a partir de 1995.

    5A partir destes programas iniciais sobre o conhecimento da gênese do solo, foram desenvolvidos vários programas sobre a evolução dos solos após o desmatamento, sobre os efeitos da queimada e do cultivo no ciclo do carbono e na biodiversidade, e sobre a atividade faunística e microbiana do solo. O objetivo era compreender melhor as relações entre a biodiversidade epígea (vegetação), a biodiversidade endógena (fauna e microflora) e os componentes físicos, químicos e biológicos do funcionamento do solo. O objetivo da pesquisa foi ajudar a definir práticas de gerenciamento para ambientes tropicais que sejam adaptadas às suas limitações e potenciais.

    6Esta evolução da pesquisa do solo na Amazônia tem acompanhado uma consciência global da importância dos solos para a segurança alimentar e como suporte da biodiversidade, e dos riscos que a degradação do solo representa para vários serviços ecossistêmicos (os benefícios que as sociedades humanas derivam dos ecossistemas que são naturais ou afetados, em graus variados, pelas atividades humanas). Estreitamente relacionados à biodiversidade, os serviços ecossistêmicos referem-se a processos ecológicos que se estendem desde o microscópio até a escala global. Os serviços ambientais abordados nestes projetos foram a regulação climática, através do sequestro de carbono no solo e na vegetação, a regulação do ciclo da água e o controle da erosão do solo, e o fornecimento de produtos florestais e agrícolas.

    7Na agenda internacional, esta consciência se refletiu na inclusão do conceito de neutralidade da degradação da terra nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), seguida de discussões em torno da segurança alimentar/ação climática/degradação da terra (ODS 2, 13 e 15).

    Como são estudados os solos na Amazônia?

    8Para a análise estrutural dos solos, é preferível o estudo de topossequências contínuas (ou perfis do solo alinhados de acordo com o gradiente topográfico), ao longo de uma vala aberta que pode ter várias dezenas de metros de comprimento e vários metros de profundidade. Caso contrário, vários perfis são estudados de acordo com o gradiente topográfico. Nessas trincheiras ou perfis, é feita uma descrição muito detalhada das características morfológicas, acompanhada de amostras das morfologias representativas que são utilizadas para analisar e descrever a cor, textura, estrutura, composição química e cristalografia (natureza das argilas e hidróxidos de ferro).

    Topossequência nas lateritas da região de Humaita.

    Image 100000000000056A0000012AF29471D5E38ADF22.jpg

    © E. Fritsch

    9O trabalho tem utilizado abordagens petrográficas, mineralógicas e geoquímicas para compreender a natureza e a distribuição relativa dos componentes das coberturas, desde a escala das unidades paisagísticas representativas das superfícies continentais de euma bacia até a escala de seus constituintes elementares. A originalidade do trabalho empreendido reside no caráter complementar das abordagens utilizadas, que são elas próprias adaptadas a um encaixe natural das estruturas.

    10Para estudar as relações entre características do solo e fatores ambientais (por exemplo, para determinar o papel do desmatamento na diminuição da biomassa radicular), um grande número de situações são estudadas, distribuídas nos diferentes tipos de cobertura de terra (desde florestas preservadas até pastagens e cultivos, passando por florestas exploradas). As amostras de solo são retiradas dos locais de estudo para analisar todas as suas características. Foram produzidas matrizes de dados, incluindo conteúdo de carbono do solo e biomassa vegetal, agregação e outras propriedades físicas, hídricas e químicas do solo, com dois objetivos: avaliar indicadores relevantes de serviços ecossistêmicos; e descrever relações estatísticas entre composição e estrutura da paisagem, biodiversidade, produção e serviços ecossistêmicos, no âmbito da exploração agrícola ou da parcela. Cerca de quarenta variáveis foram medidas em todos os pontos do sistema a fim de caracterizar um ou mais serviços do ecossistema: por exemplo, o conhecimento da densidade aparente do solo é necessário para calcular o estoque de carbono do solo; é também uma das variáveis usadas para avaliar o subindicador de qualidade física do solo; e é usado para calcular os reservatórios de água do solo. Quando todos os resultados são coletados, são realizadas análises estatísticas para determinar se existem correlações entre as variáveis de interesse e se estas são significativas.

    11No estudo da matéria orgânica do solo e sua dinâmica, deu-se um lugar importante à distribuição dos constituintes orgânicos dentro de frações separadas por métodos padronizados. A análise isotópica em abundância natural (13C, 15N) ou após enriquecimento (14C, 15N) foi favorecida, em associação com abordagens experimentais e de campo (decomposição de resíduos vegetais, coleta periódica de dióxido de carbono liberado pelo solo, etc.).

    12Estes diferentes estudos requerem abordagens de longo prazo, com uma presença de vários meses no mesmo campo.

    Quais são os principais resultados sobre os solos amazônicos e quais são as perspectivas?

    13O trabalho na dinâmica e nos processos de alteração da laterita levou à proposta de um modelo geoquímico global, que traça as sucessivas etapas de formação e depois transformação das formações lateríticas em um ambiente tropical onde os insumos pluviais e o excesso de água nos solos e sedimentos são localmente muito importantes. O modelo contrasta um ambiente bem drenado (formações lateríticas stricto sensu), que predomina na periferia da bacia, com um ambiente mal drenado, periodicamente ou constantemente alagadas (formações hidromórficas), que se torna a maioria na parte central, e especialmente na parte a montante e mais chuvosa desta bacia.

    A distribuição das principais associações de solos na bacia amazônica brasileira.

    Image 1000000000000569000002A002DAA2F62566E952.png

    © E. Fritsch

    14Enquanto a maioria dos estudos sobre a pedogênese dos solos ferralíticos ocorreu principalmente no estado do Amazonas, em áreas de floresta preservada, estudos ligando funções e constituintes do solo a estoques de carbono e biodiversidade têm sido realizados nos estados de Rondônia, Maranhão e especialmente no Pará, sobre o arco de desmatamento.

    15A intervenção humana provoca mudanças no solo que afetam principalmente o sistema de poros, o que determina toda a transferência de água, elementos em solução e gases e, consequentemente, a atividade biológica e o funcionamento. O cultivo leva á desequilíbrios nas populações animais e na biomassa microbiana do solo, o que resulta no desaparecimento de certos grupos. Observam-se distúrbios muito fortes no funcionamento do sistema pedológico do solo, que depois evolui para novos estados, sendo os mais satisfatórios os que estão próximos ao sistema florestal inicial. As pastagens que seguem o desmatamento não podem manter sua sustentabilidade, sob as condições de manejo específico das fazendas (fazendas), além de 6 a 8 anos na Amazônia Central. O sistema pode ser considerado como funcionando bem novamente quando é capaz de reciclar permanentemente, como faz a floresta primitiva, quase todos os insumos (lixo e fertilizantes) que são então absorvidos pela produção primária. Enquanto, até agora, a ênfase tem sido dada à pobreza química dos solos amazônicos, tem sido demonstrado que as técnicas de recuperação de solos degradados devem visar prioritariamente a manutenção das boas propriedades físicas do solo. Meios biológicos como o uso de plantas leguminosas enraizadas e a proliferação de minhocas parecem ser ajudas eficazes para reconstituir o meio ambiente após o desmatamento.

    A evolução da forma em relação à evolução das lateritas

    Image 100000000000048F00000358769238ED74859217.png

    © E. Fritsch

    16Dos serviços ecossistêmicos discutidos, o armazenamento de carbono no solo é o menos afetado pela mudança no uso do solo. Porem, mesmo no caso de sequestração de carbono no solo, isso nunca compensa significativamente a grande perda no estoque de carbono na biomassa lenhosa. Os serviços hídricos do solo, especialmente o processo de infiltração de água, mas também o armazenamento de água biodisponível, são muito afetados nos pastos. Tal evolução pode tornar-se uma restrição para a produção, ao passo que aumenta fortemente o risco de erosão. As medições sob vegetação secundária, entretanto, mostram uma reversibilidade das mudanças nas propriedades físicas e hidrodinâmicas que ocorrem nas pastagens. Um modelo para explicar as ligações entre o funcionamento do solo e a biodiversidade ainda precisa ser desenvolvido, a fim de imaginar soluções agroecológicas que tornem possível salvaguardar esta função essencial.

    17Outro desenvolvimento na pesquisa amazônica é a evolução da pesquisa das ciências do solo. Embora tenha começado como estudos acadêmicos com pouco espaço para o conhecimento local, a pesquisa evoluiu no sentido de compreender os mecanismos que permitem respeitar as funções ecológicas do solo, levando em conta a centralidade das práticas agroecológicas tradicionais.

    Em conclusão

    18A aplicação do conceito de cobertura contínua do solo na paisagem, em vez de coletas de solo separadas, bem como o uso prático deste conceito em topossequências representativas, contribui para a realização de diagnósticos que servem de ponte para o diálogo entre pesquisadores, agentes de vulgarização e grupos de agricultores assentados em pequenas parcelas em localidades, comunidades, assentamentos rurais e reservas agroextrativistas, entre outros. Um exemplo desta aplicação já existe há algum tempo no estado do Pará, e está atualmente integrado ao currículo do curso de Bacharelado em Desenvolvimento Rural da Universidade Federal do Pará.

    Parceiros
    Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Brasil
    Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Brasil
    Universidade Federal do Pará (UFPA), Brasil
    Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), Brasil
    Universidade de São Paulo (USP), Brasil
    Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), Brasil
    Universidade Estadual de Londrina (UEL), Brasil

    Participaram das pesquisas
    Thierry Desjardins (IRD), Paulo Martins (UFPA), Frédérique Seyler (IRD), Boris Volkoff (IRD), Armand Chauvel (IRD), Jean Delvigne (IRD), François Soubiès (IRD), Max Sarrazin (IRD), René Boulet (IRD), Yves Lucas (IRD), Michel Grimaldi (IRD), Martial Bernoux (IRD), Christian Feller (IRD), Francis Andreux (CNRS, secundada), Thérèse Choné (CNRS, secundada), Emmanuel Fritsch (IRD), Étienne Balan (IRD), Philippe Magat (IRD), Corinne Rouland (IRD), Patrick Lavelle (Universidade de Sorbonne), Michel Brossard (IRD),
    éric Blanchart (IRD), Sophie Cornu (Inra), Carlos C. Cerri (Cena-USP), Carlos E. Cerri (Cena-USP), Brigitte Feigl (Cena-USP), Reynaldo Victoria (Cena-USP), Jenner de Moraes (Cena-USP), Adolpho Melfi (USP), Nadia do Nascimento (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho), Eichi Matsui (USP), Flavio Luizão (INPA), Regina Luizão (INPA), Eleusa Barros (INPA), Arnaldo Carneiro (INPA), Fatima Guimarães (Universidade Estadual de Londrina), João Ferraz (INPA), Mario da Silva Jr. (Ufra), Vania Melo (Universidade Federal de Césara, UFC).

    Bibliographie

    Des DOI sont automatiquement ajoutés aux références bibliographiques par Bilbo, l’outil d’annotation bibliographique d’OpenEdition. Ces références bibliographiques peuvent être téléchargées dans les formats APA, Chicago et MLA.

    Format

    Barros, E., Grimaldi, M., Sarrazin, M., Chauvel, A., Mitja, D., Desjardins, T., & Lavelle, P. (2004). Soil physical degradation and changes in macrofaunal communities in Central Amazon. Elsevier BV. https://doi.org/10.1016/j.apsoil.2003.10.012
    Chauvel, A., Grimaldi, M., Barros, E., Blanchart, E., Desjardins, T., Sarrazin, M., & Lavelle, P. (1999). Pasture damage by an Amazonian earthworm. Springer Science and Business Media LLC. https://doi.org/10.1038/17946
    Fritsch, E., Montes‐Lauar, C. R., Boulet, R., Melfi, A. J., Balan, E., & Magat, P. (2002). Lateritic and redoximorphic features in a faulted landscape near Manaus, Brazil. Wiley. https://doi.org/10.1046/j.1351-0754.2002.00448.x
    da S. Martins, P. F., Cerri, C., Volkoff, B., Andreux, F., & Chauvel, A. (1991). Consequences of clearing and tillage on the soil of a natural Amazonian ecosystem. Elsevier BV. https://doi.org/10.1016/0378-1127(91)90148-o
    Barros, Eleusa, Michel Grimaldi, Max Sarrazin, Armand Chauvel, Danielle Mitja, Thierry Desjardins, and Patrick Lavelle. “Soil Physical Degradation and Changes in Macrofaunal Communities in Central Amazon”. Applied Soil Ecology. Elsevier BV, June 2004. doi:10.1016/j.apsoil.2003.10.012.
    Chauvel, Armand, Michel Grimaldi, Eleusa Barros, Eric Blanchart, Thierry Desjardins, Max Sarrazin, and Patrick Lavelle. “Pasture Damage by an Amazonian Earthworm”. Nature. Springer Science and Business Media LLC, March 1999. doi:10.1038/17946.
    Fritsch, E., C. R. Montes‐Lauar, R. Boulet, A. J. Melfi, E. Balan, and P. Magat. “Lateritic and Redoximorphic Features in a Faulted Landscape Near Manaus, Brazil”. European Journal of Soil Science. Wiley, June 2002. doi:10.1046/j.1351-0754.2002.00448.x.
    da S. Martins, Paulo F., C.C. Cerri, B. Volkoff, F. Andreux, and A. Chauvel. “Consequences of Clearing and Tillage on the Soil of a Natural Amazonian Ecosystem”. Forest Ecology and Management. Elsevier BV, February 1991. doi:10.1016/0378-1127(91)90148-o.
    Barros, Eleusa, et al. “Soil Physical Degradation and Changes in Macrofaunal Communities in Central Amazon”. Applied Soil Ecology, vols. 26, nos. 2, Elsevier BV, June 2004, pp. 157-68. Crossref, https://doi.org/10.1016/j.apsoil.2003.10.012.
    Chauvel, Armand, et al. “Pasture Damage by an Amazonian Earthworm”. Nature, vols. 398, nos. 6722, Springer Science and Business Media LLC, Mar. 1999, pp. 32-33. Crossref, https://doi.org/10.1038/17946.
    Fritsch, E., et al. “Lateritic and Redoximorphic Features in a Faulted Landscape Near Manaus, Brazil”. European Journal of Soil Science, vols. 53, nos. 2, Wiley, June 2002, pp. 203-17. Crossref, https://doi.org/10.1046/j.1351-0754.2002.00448.x.
    da S. Martins, Paulo F., et al. “Consequences of Clearing and Tillage on the Soil of a Natural Amazonian Ecosystem”. Forest Ecology and Management, vols. 38, no. 3-4, Elsevier BV, Feb. 1991, pp. 273-82. Crossref, https://doi.org/10.1016/0378-1127(91)90148-o.

    Cette bibliographie a été enrichie de toutes les références bibliographiques automatiquement générées par Bilbo en utilisant Crossref.

    Para mais informações

    10.1016/j.apsoil.2003.10.012 :

    Barros E. et al., 2004 – The relationship between soil physical degradation and changes in macrofaunal communities of an Amazonian pasture. Applied Soil Ecology, 26 : 157-168. DOI : 10.1016/j.apsoil.2003.10.012

    10.1038/17946 :

    Chauvel A. et al., 1999 – Pasture damage by an Amazonian earthworm. Nature, 398 : 32-33.

    10.1046/j.1351-0754.2002.00448.x :

    Fritsch E. et al., 2002 – Lateritic and redoximorphic features in a faulted landscape near Manaus, Brazil. European Journal of Soil Science, 53 : 203-217.

    10.1007/s10980-013013-9981-y :

    Grimaldi M. et al., 2014 – Ecosystem services of regulation and support in Amazonian pioneer fronts: searching for landscape drivers. Landscape Ecology, 29 : 311-328. DOI : 10.1007/s10980-013-9981-y

    10.1016/0378-1127(91)90148-O :

    Martins P. F. S, et al., 1991 – Consequences of clearing and tillage on the soil of a natural Amazonian ecosystem. Forest, Ecology and Managment, 38 : 273-282.

    Précédent Suivant
    Table des matières

    Creative Commons - Attribution - Pas d'Utilisation Commerciale - Pas de Modification 4.0 International - CC BY-NC-ND 4.0

    Le texte seul est utilisable sous licence Creative Commons - Attribution - Pas d'Utilisation Commerciale - Pas de Modification 4.0 International - CC BY-NC-ND 4.0. Les autres éléments (illustrations, fichiers annexes importés) sont « Tous droits réservés », sauf mention contraire.

    Voir plus de livres
    Biodiversité au Sud

    Biodiversité au Sud

    Recherches pour un monde durable

    Jean-François Agnèse, Olivier Dangles et Estienne Rodary (dir.)

    2020

    Biodiversity in the Global South

    Biodiversity in the Global South

    Research for a sustainable world

    Jean-François Agnèse, Olivier Dangles et Estienne Rodary (dir.)

    2020

    Trajectoires de recherches en Amazonie brésilienne

    Trajectoires de recherches en Amazonie brésilienne

    L'IRD et ses partenaires

    Frédérique Seyler, Marie-Pierre Ledru et Laure Emperaire (dir.)

    2022

    Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira

    Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira

    O IRD e seus parceiros

    Frédérique Seyler, Marie-Pierre Ledru et Laure Emperaire (dir.)

    2022

    Science et développement durable

    Science et développement durable

    75 ans de recherche au Sud

    Corinne Lavagne, Thomas Mourier, Marie-Lise Sabrié et al. (dir.)

    2019

    Science and sustainable development

    Science and sustainable development

    75 years of research in the Global South

    Corinne Lavagne, Thomas Mourier, Marie-Lise Sabrié et al. (dir.)

    2020

    L'océan en commun

    L'océan en commun

    Sciences au sud pour un monde durable

    Stéphanie Duvail, Marine Herrmann, Marina Lévy et al. (dir.)

    2025

    Our Shared Ocean

    Our Shared Ocean

    Science in the Global South for a sustainable world

    Stéphanie Duvail, Marine Herrmann, Marina Lévy et al. (dir.)

    2025

    Voir plus de livres
    1 / 8
    Biodiversité au Sud

    Biodiversité au Sud

    Recherches pour un monde durable

    Jean-François Agnèse, Olivier Dangles et Estienne Rodary (dir.)

    2020

    Biodiversity in the Global South

    Biodiversity in the Global South

    Research for a sustainable world

    Jean-François Agnèse, Olivier Dangles et Estienne Rodary (dir.)

    2020

    Trajectoires de recherches en Amazonie brésilienne

    Trajectoires de recherches en Amazonie brésilienne

    L'IRD et ses partenaires

    Frédérique Seyler, Marie-Pierre Ledru et Laure Emperaire (dir.)

    2022

    Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira

    Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira

    O IRD e seus parceiros

    Frédérique Seyler, Marie-Pierre Ledru et Laure Emperaire (dir.)

    2022

    Science et développement durable

    Science et développement durable

    75 ans de recherche au Sud

    Corinne Lavagne, Thomas Mourier, Marie-Lise Sabrié et al. (dir.)

    2019

    Science and sustainable development

    Science and sustainable development

    75 years of research in the Global South

    Corinne Lavagne, Thomas Mourier, Marie-Lise Sabrié et al. (dir.)

    2020

    L'océan en commun

    L'océan en commun

    Sciences au sud pour un monde durable

    Stéphanie Duvail, Marine Herrmann, Marina Lévy et al. (dir.)

    2025

    Our Shared Ocean

    Our Shared Ocean

    Science in the Global South for a sustainable world

    Stéphanie Duvail, Marine Herrmann, Marina Lévy et al. (dir.)

    2025

    Accès ouvert

    Accès ouvert freemium

    ePub

    PDF

    PDF du chapitre

    Suggérer l’acquisition à votre bibliothèque

    Acheter

    Édition imprimée

    IRD Éditions
    ePub / PDF

    Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira

    X Facebook Email

    Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira

    Ce livre est diffusé en accès ouvert freemium. L’accès à la lecture en ligne est disponible. L’accès aux versions PDF et ePub est réservé aux bibliothèques l’ayant acquis. Vous pouvez vous connecter à votre bibliothèque à l’adresse suivante : https://freemium.openedition.org/oebooks

    Suggérer l’acquisition à votre bibliothèque Acheter ce livre aux formats PDF et ePub

    Si vous avez des questions, vous pouvez nous écrire à access[at]openedition.org

    Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira

    Vérifiez si votre bibliothèque a déjà acquis ce livre : authentifiez-vous à OpenEdition Freemium for Books.

    Vous pouvez suggérer à votre bibliothèque d’acquérir un ou plusieurs livres publiés sur OpenEdition Books. N’hésitez pas à lui indiquer nos coordonnées : access[at]openedition.org

    Vous pouvez également nous indiquer, à l’aide du formulaire suivant, les coordonnées de votre bibliothèque afin que nous la contactions pour lui suggérer l’achat de ce livre. Les champs suivis de (*) sont obligatoires.

    Veuillez, s’il vous plaît, remplir tous les champs.

    La syntaxe de l’email est incorrecte.

    Référence numérique du chapitre

    Format

    Seyler, F., Ledru, M.-P., & Emperaire, L. (éds.). (2022). 4. Os solos: da dinâmica das lateritas à degradação da terra e da biodiversidade. In Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira. Marseille: IRD Éditions. https://doi.org/10.4000/books.irdeditions.49869
    Seyler, Frédérique, Marie-Pierre Ledru, et Laure Emperaire, éd. « 4. Os solos: da dinâmica das lateritas à degradação da terra e da biodiversidade ». In Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira. Marseille: IRD Éditions, 2022. doi:10.4000/books.irdeditions.49869.
    Seyler, Frédérique, et al., éditeurs. « 4. Os solos: da dinâmica das lateritas à degradação da terra e da biodiversidade ». Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira, IRD Éditions, 2022, https://doi.org/10.4000/books.irdeditions.49869.

    Référence numérique du livre

    Format

    Seyler, F., Ledru, M.-P., & Emperaire, L. (éds.). (2022). Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira. Marseille: IRD Éditions. https://doi.org/10.4000/books.irdeditions.49744
    Seyler, Frédérique, Marie-Pierre Ledru, et Laure Emperaire, éd. Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira. Marseille: IRD Éditions, 2022. doi:10.4000/books.irdeditions.49744.
    Seyler, Frédérique, et al., éditeurs. Trajetórias de pesquisa na Amazônia brasileira. IRD Éditions, 2022, https://doi.org/10.4000/books.irdeditions.49744.
    Compatible avec Zotero Zotero

    1 / 3

    IRD Éditions

    IRD Éditions

    • Mentions légales
    • Plan du site
    • Se connecter

    Suivez-nous

    • Flux RSS

    URL : http://www.editions.ird.fr

    Email : editions@ird.fr

    OpenEdition
    • Candidater à OpenEdition Books
    • Connaître le programme OpenEdition Freemium
    • Commander des livres
    • S’abonner à la lettre d’OpenEdition
    • CGU d’OpenEdition Books
    • Accessibilité : partiellement conforme
    • Données personnelles
    • Gestion des cookies
    • Système de signalement