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    Plan détaillé Texte intégral INTRODUÇÃO : Págs. 9-16 I – PORTUGAL ATLÂNTICO: Págs. 17-52 II – PORTUGAL TRANSMONTANO : Págs. 53-69 III –PORTUGAL MEDITERRÂNEO: Págs. 71-138 ALFAIA AGRÍCOLA PORTUGUESA – ARADOS : Págs. 139-208 INSTRUMENTOS PARA DESTERROAR E ALISAR A TERRA : Págs. 209-230 INSTRUMENTOS PARA TRABALHAR A TERRA À MÃO : Págs. 231-257 FOICINHAS E FOICES: Págs. 259-276 ALFAIA DO SISTEMA DE DENTES : Págs. 277-294 DEBULHA DE CEREAIS : Págs. 295-320 ALFAIA DIVERSA E AVULSA: Págs. 321-332 CESTARIA: Págs. 333-347

    Alfaia agrícola portuguesa

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    Índice analítico

    p. 374-377

    Texte intégral INTRODUÇÃO : Págs. 9-16 I – PORTUGAL ATLÂNTICO: Págs. 17-52 II – PORTUGAL TRANSMONTANO : Págs. 53-69 III –PORTUGAL MEDITERRÂNEO: Págs. 71-138 ALFAIA AGRÍCOLA PORTUGUESA – ARADOS : Págs. 139-208 INSTRUMENTOS PARA DESTERROAR E ALISAR A TERRA : Págs. 209-230 INSTRUMENTOS PARA TRABALHAR A TERRA À MÃO : Págs. 231-257 FOICINHAS E FOICES: Págs. 259-276 ALFAIA DO SISTEMA DE DENTES : Págs. 277-294 DEBULHA DE CEREAIS : Págs. 295-320 ALFAIA DIVERSA E AVULSA: Págs. 321-332 CESTARIA: Págs. 333-347

    Texte intégral

    INTRODUÇÃO : Págs. 9-16

    Caracterização geográfica: Portugal país situado na confluência dos climas atlântico –a NW – e mediterrâneo –a S–, e mostrando ainda características continentais – a NE – pp. 9-11; sub-áreas climáticas 11-12. Importância da agricultura em Portugal, e principalmente dos cereais básicos : milho, trigo, centeio ; relação destes cereais com as três áreas fundamentais : milho – Portugal Atlântico; trigo – Portugal Mediterrâneo; centeio – Portugal Transmontano 13-16.

    I – PORTUGAL ATLÂNTICO: Págs. 17-52

    Delimitação e caracterização geográfica e paisagística 17-19. A economia rural antiga, desde a época castreja 19-20. Introdução do milho: a revolução do milho (Orlando Ribeiro) e paisagem agrária e social actual : policultura intensiva e de regadio, pequena exploração ; predomínio do gado bovino 20-25. As fainas agrícolas no Portugal Atlântico: o milho e o centeio. O ciclo agrário : roçadas de mato, 25-27 ; estrumação dos campos 27-28; mobilização das terras: lavras (exemplo de uma vessada com o velho arado de pau) e desterroamento 28-30; processos de semeadura 30-31. Mobilização das terras feitas inteiramente à enxada, em zonas ensocalcadas e de pequena propriedade ; processos peculiares: vezeiras de Paredes de Coura e Arcos de Valdevez, vessadas do Marão, etc. 32-33. Sachas e mondas 33. Regas 34. Colheita do milho; esfolhadas, debulha e processos de conservação do grão e das palhas 35-37. Cultura paralela do centeio: processos de cultivo 37-38. Segadas 39. Debulhas 39-40. Uma malha em Tecla (Celorico de Basto), como exemplo expressivo, em que os aspectos tecnológicos, sociológicos e rituais se apresentam com excepcional riqueza – a malha 41-48 ; o enterro do patrão 48-49 ; a queima da anha 49-50 ; a competição 51-52–.

    II – PORTUGAL TRANSMONTANO : Págs. 53-69

    Delimitação e caracterização geográfica e paisagística 53-54. Povoamento 55. A economia rural antiga – pastoreio e criação de gado, e cultura cerealífera, sobretudo o centeio 55-56. Comunitarismo: propriedade comunitária e vezeiras 56-58. Propriedade individual 58-59. As fainas agrícolas no Portugal transmontano 59-60. A lavoura do centeio: a lavra e sementeira 60-61. A estrumação em Rio de Onor (Jorge Dias) 61-62. A ralba, a bima e a lavra final 62. As queimadas 62. O corte dos fenos e a segada do centeio 63. Molhos nas terras 63. As eiras 63. Medas 63-64. Malhas em Rio de Onor (Jorge Dias) 64-66. Malha em Lavradas (Boticas) (Santos Júnior) 66-67. Malha em Quintanilha (Bragança) 67. Aspectos rituais e lúdicos destas malhas 67-68. A debulha a trilho (tribulum) em Terras de Miranda 68-69.

    III – PORTUGAL MEDITERRÂNEO: Págs. 71-138

    Delimitação e caracterização geográfica e paisagística; a charneca 71-73. Densidade demográfica 73-74. Povoamento – origens 74-75. Paisagem e economia rural antiga – preponderância do cultivo de cereais de sequeiro, mormente o trigo, campos abertos e desarborizados, afolhamentos e pousios intercalares, silvicultura (cortiça), pastorícia de gado miúdo também em regime extensivo, grande propriedade 76. Os três períodos da evolução da economia agrária alentejana ; charneca, grandes arroteias (adubos químicos); mecanização 76. A herdade 76. O monte 77-78. A pequena propriedade: hortas, ferragiais, quintas, e casais dispersos 78-79. Contrastes económicos e sociais 79-80. Níveis sociais: grandes proprietários – lavradores, e lavradores-rendeiros, pequenos proprietários ou rendeiros, e seareiros 80-81. O absentismo dos proprietários 81. Os rendeiros 81-82. Os seareiros 82-84. A vida do trabalhador alentejano sob o ponto de vista salarial 84. Ratinhos 84. Feiras ou praças de ceifeiros 84-85. Aspectos do trabalho rural 85. A pastorícia e a criação de gado 85. Ovinos : a lã e o queijo; transumância 86-87. Suinos 87. Bovinos 87-88. Vida pastoril 88-89. I) Período antigo ou da charneca (até depois de meados do século XIX) – Preponderância da pastorícia. Queimadas e roças 89-91. Afolhamentos 91. Culturas intensivas e de regadio 91. Lavouras na região do Sado (Paulo de Morais) 91-93. A cortiça 93-94. O pastoreio 94. II) Período das grandes arroteias e da generalização do emprego dos adubos químicos (desde finais do século XIX até cerca de 1930). As grandes arroteias 95-97. Mudança de feição da economia da Província – preponderância da agricultura 97. Afolhamentos e encurtamento (ou supressão) de pousios 97-98. Fainas agrícolas no Alentejo neste período (Silva Picão) 99-126. Fainas agrícolas na Beira-Baixa neste período (Lopes Dias) 126-134. III) Período da plena mecanização da agricultura alentejana (Mariano Feio) (depois da Segunda Guerra Mundial) 134-138.

    ALFAIA AGRÍCOLA PORTUGUESA – ARADOS : Págs. 139-208

    A classificação tripartida de Jorge Dias: tipo de garganta, tipo quadrangular, tipo radial 139. Tipo de garganta – caracterização, área de dispersão mundial e portuguesa 139-140. O arado dental e o arado camba 140. Hipótese tartéssica 140-141. Tipo quadrangular – caracterização, área de dispersão mundial e portuguesa 141-142. Hipótese suévica 142-143. Tipo rarftal – caracterização, área de dispersão mundial e portuguesa 143-144. Hipótese lusitânica 144-145. A sega, a carreta, a rabiça dupla (e tripla), a relha assimétrica 145-146. Arados simétricos 153-188

    I – Tipo de garganta (dental) – N.os 1 e 2 da Carta dos Arados Portugueses; sua descrição 153-154. Análise das diferentes peças consideradas isoladamente. Dente, rabiça, garganta, cabeça, teiró, aivecas, relha 155-157. Evolução destes arados 157-159. Madeiras 158. II – Tipo de camba – ou castelhano (da região fronteiriça de Riba-Côa) : N.° 3 da Carta. Descrição e área 159-163. III– Tipo radial (arados transmontanos e das zonas serranas a Norte do Tejo) : N.os 6 a 9 da Carta. Descrição 163-165. Análise das peças consideradas isoladamente. Dente-rabiça, temão, teiró, aivecas, mexilho, pescais, relhas 166-169. Arado radial sem aivecas: N.° 10 da Carta 169-170. Arados radiais menos característicos: N.os 12 e 13 da Carta 170-171. Híbridos do radial e do de garganta: N.os 4 e 5 da Carta 171-173. IV – Tipo Quadrangular: arados das terras baixas de Entre-Douro-e-Minho: N.os 14, 17, 18, 20 e 22 da Carta 174-177. Tipos híbridos : variedades de Entre-Douro-e-Minho. Híbridos de radial e quadrangular: N.os 21, 22, 18 e 19 da Carta 178-181. Arado estremenho, dos rios Mondego ao Sado. Híbridos do radial, quadrangular e de garganta: N.os 15 e 16 da Carta, 182-185. Seitouro: N.° 11 da Carta 179. Margeeiros: N.os 23, 24 e 25 da Carta 185-188. Arados assimétricos 189-196

    Aravessa do Alto Minho: N.° 26 da Carta 189-191. Charruas com carreta: Arado labrego, Paredes de Coura : N.° 32 da Carta 191-192. Charrua de madeira: N.° 29 (Estremadura e Ribatejo) e N.° 31 (litoral central) da Carta 193-195. Charruas sem carreta: N.os 27, 28 e 30 da Carta 195-196. Arados de um só animal 197-198. Casos especiais 198-202. Ilhas da Madeira e Porto Santo 203-204. Açores 204-207. Arados de tracção humana 207-208.

    INSTRUMENTOS PARA DESTERROAR E ALISAR A TERRA : Págs. 209-230

    Sistemas que utilizam o gado: grade, rastro, picadeira. Desterroamento a braço: enxada (ou sacho) e maço 209. Desterroamento a gado : A – Grade – caracterização 209-210. Tipologia – Tipo 1. Caracterização e área 210-214. Tipo 2 – idem 214-215. Tipo 3 – idem 215-217. Tipo 4 – idem 217-219. Tipo 5 – idem 219. Tipo 6 – idem 219-221. Tipo 7 – idem 221. Tipo 8 – idem 221-222. Tipo 9 – idem 222-223. Tipo 10 – idem 223-224. Tipo 11 –idem 224. Tipos irregulares ou híbridos 224-225. B – Rastro – descrição, área e funcionamento 225- 226. C – Picadeira (trilho de rolos) – descrição, área e funcionamento 226-228. Desterroamento a braço: – Maço – descrição, história, área e funcionamento 228-229. Açores 230.

    INSTRUMENTOS PARA TRABALHAR A TERRA À MÃO : Págs. 231-257

    Enxadas, enxadões, alviões e alferces; sachos. Enxadas – descrição 231. Categorias: sem garganta, e com garganta; tipos (segundo a configuração da pá): A – Sem garganta: 1) lâmina rectangular – descrição, área, e uso geral, 232-235 ; 2) lâmina trapezoidal a alargar para o gume – idem 235-237; 3) lâmina em forma de segmento circular, com o gume rectilíneo – idem 237-238 ; 5) Enxada de lâmina rectangular – idem 238; 6) Enxada de lâmina em forma de ferradura – idem 238; 8) Enxada de lâmina semelhante aos tipos 1, 2, 3, mas com pêto aguçado –idem 239-240 ; 9) Enxada de lâmina formada por dois bicos espessos e muito alongados – idem 240-241. B) Com garganta–10) Enxada de lâmina rectangular – idem 241; 11) Enxada de lâmina rectangular, com o gume em curva muito reentrante – idem 241-243; 12) Enxada de lâmina trapezoidal, a estreitar para o gume – idem 243 ; 13) Enxada de lâmina em duas facas – idem 243-244; 14) Enxada com a metade frontal da lâmina cortada em dois bicos triângulares – idem 244. Enxadas das ilhas adjacentes: Madeira e Porto Santo – tipos, descrição e áreas 245 ; origens continentais das enxadas madeirenses 245-246; Açores – tipos e formas regionais das ilhas de S. Miguel, Terceira e S. Jorge, Santa Maria, 246, Faial, Graciosa e Pico 246-248. Enxadões, Alviões, Alferces, Picaretas – 1) De lâmina longa e espessa, direita ou encurvada, espalmada a todo o comprimento ou apenas na ponta, cóm unha ao jeito de machado 249-250 ; 2) de lâmina rectangular muito estreita e alongada, direita ou encurvada, sem unha 250; 3) De lâmina rectangular, geralmente com ombreiras arredondadas, sem unha 250-251 ; 4) De lâmina semelhante à anterior, com unha de várias formas 251 ; 5) De lâmina com a metade frontal cortada em dois bicos triangulares, com unha em forma de cunha espessa ou espigão piramidal 251 ; 6) De lâmina larga e muito espessa 252. Instrumentos destes tipos das ilhas de S. Jorge, Terceira, Graciosa e Santa Maria 253. Sachos – definição, utilização e formas principais 254-255. O sacho do torrão, das mondas, e as sachadeiras 255-257.

    FOICINHAS E FOICES: Págs. 259-276

    Antiguidade da foice 258. Foicinhas de gume serrilhado e de gume liso 260. Foicinha de gume serrilhado 261 (cabos decorados 261-263) ; e de gume liso (foicinho) 263-264; Foices de cabo curto 265-266 ; de cabo comprido 266-268 ; foicinhos de cabo curto 269 ; de cabo comprido 269-271 ; a gadanha 271-272. Dedeiras, de cana, de couro e de chifre 273-274; cabritas 274. Foicinhas e foices, de cabo curto e de cabo comprido, dos Açores 275-276.

    ALFAIA DO SISTEMA DE DENTES : Págs. 277-294

    I – Ancinhos e ganchos. Ancinhos 277-278. Trabalhos em que se usa o ancinho 279. Dentes de pau e dentes de ferro 279-280. Os grandes engaços do feno transmontanos 280. Ancinhos ornamentados do Minho 281. Utensilagem de dentes para a apanha do sargaço –graveta ou gaiteira 281; ganchorra e rastilho e gadanha 281-283 ; o croque 284. Utensilagem de dentes para a apanha do moliço – ancinho de arrasto e de apanhar, da Ria de Aveiro 284 ; da Pateira de Fermentelos, e da Lagoa de Óbidos 285. Gancho ou gadanho para remoção de estrumes 286-287. II – Forcados e forquilhas – de madeira com : a) dentes de ramos, e b) dentes cravados 288-292; dentes de ferro 292. Forcados e forquilhas insulares 292-294. Ligação desta utensilagem de madeira com trabalhos da eira 294.

    DEBULHA DE CEREAIS : Págs. 295-320

    A pé de gado; a malho; a trilho 295. Malho ou mangual – descrição e origem 295-296. Tipos 296. Tipo 1 – com casula e encedouro – variedades 296-301 ; Tipo 2 – sem casula e com encedouro 301 ; Tipo 3 – com casula e sem encedouro 301 ; sem casula e sem encedouro 301. A meã 302. Tipo 5 – sem casula e sem encedouro; corda a ligar o pírtigo ao cabo 302. Dimensões da mangueira e do pírtigo 303-304. Malhos insulares 304. Trilho – Descrição, origem, tipos 304-305. Tipo tribulum – Descrição, área, fabrico 306-307. Tipo plostellum – Descrição, área, variantes 308-311. Trilhos insulares – Açores 311-312 ; Madeira e Porto Santo 313.

    Outros instrumentos ou processos de debulha – Pau ou maço 314-315 ; debulhador 315 ; ferro de bater (Algarve) 315 ; sovelão ou esfolhador 315. Pedra e tábua de debulhar 316.

    Joeiras e crivos. Tipos e modo de utilização 316-320 (Eiras 320).

    ALFAIA DIVERSA E AVULSA: Págs. 321-332

    Pá; a pá de valador 321 ; espicha para semear o milho 322 ; instrumentos para colheita de frutos : tenaz de tabaíbo (ilha de Porto Santo), rocas para frutos de pomar, gancho ou caímbo para o figo (Algarve) 322-324 ; ripo para a apanha da azeitona 324; aguadouròs para rega de pequenos canteiros 324-325 ; relhos para atar molhos de erva ou lenha 325-326 ; banco de carregar a erva (Vilarinho da Fuma) 327 ; arrilhada, para picar o gado e limpar o arado da terra que a ele se cola; padiolas e carrelas para transporte a braço; seu uso na apanha do sargaço 328 ; rodo para juntar o grão nas eiras 329; cambo para amparar o carro de bois nas rampas; esfolhadores ou sovinos, para rasgar o folhelho das espigas de milho 329-331. Ferramenta para a extracção da cortiça : machado e enxó da cortiça 331-332. Foicinho grosso para a limpeza das ervas (ilha do Pico) 332 ; forcado para a arranca da beterraba (ilha de S. Miguel) 332.

    CESTARIA: Págs. 333-347

    Classificação. Seu carácter de indústria caseira e familiar 333-334. a) Cestaria de madeira rachada – Alto Minho 334; Baixo-Minho e Douro Litoral 335-337 ; Douro e Trás-os-Montes ; o cesto vindimeiro 337-339 ; Beira Interior e área do Pais a Sul do Tejo 339 ; Litoral e Centro da Beira 339-340 ; b) cestaria de verga – Trás-os-Montes 340-341; Litoral Central 314-342 ; Sul do Pais 342 ; Madeira e Açores 343 ; c) cestos de junco, bracejo ou esparto 343-344 ; d) cestos de cana 344 ; e) cestos de rolos de palha cosidos em espiral 244-345; ceirões e cangalhos 345 (alforges 345); caniços 345-347).

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    Oliveira, E. V. de, Galhano, F., & Pereira, B. (1995). Índice analítico. In Alfaia agrícola portuguesa. Lisboa: Etnográfica Press. https://doi.org/10.4000/books.etnograficapress.6822
    Oliveira, Ernesto Veiga de, Fernando Galhano, et Benjamim Pereira. « Índice analítico ». In Alfaia agrícola portuguesa. Lisboa: Etnográfica Press, 1995. doi:10.4000/books.etnograficapress.6822.
    Oliveira, Ernesto Veiga de, et al. « Índice analítico ». Alfaia agrícola portuguesa, Etnográfica Press, 1995, https://doi.org/10.4000/books.etnograficapress.6822.

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    Oliveira, E. V. de, Galhano, F., & Pereira, B. (1995). Alfaia agrícola portuguesa. Lisboa: Etnográfica Press. https://doi.org/10.4000/books.etnograficapress.6697
    Oliveira, Ernesto Veiga de, Fernando Galhano, et Benjamim Pereira. Alfaia agrícola portuguesa. Lisboa: Etnográfica Press, 1995. doi:10.4000/books.etnograficapress.6697.
    Oliveira, Ernesto Veiga de, et al. Alfaia agrícola portuguesa. Etnográfica Press, 1995, https://doi.org/10.4000/books.etnograficapress.6697.
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