Livro de ilustrações
p. 238-329
Texte intégral
1-2 – Viana do Castelo, Montedor. A praia cheia de montes de sargaço ; e o seu transporte em carros de bois para os locais de secagem (fotogs. de António Silva).

3-4 – Viana do Castelo, Montedor. Aspectos do transporte do sargaço no final da faina da apanha (fotogs. de António Silva).


5 – Viana do Castelo, Montedor. Apanha do sargaço com redenho (fotog. de António Silva).

6 – Viana do Castelo, Montedor. No primeiro plano o transporte do sargaço, à redenhada, para o local de secagem no alto da duna (fotog. de António Silva).

7 – Viana do Castelo, Afife. Aspecto da apanha do sargaço com redenho (fotog. Alvão).

8-9 – Viana do Castelo, Afife. Apanha do sargaço com redenho (fotogs. Alvão).


10 – Viana do Castelo, Afife. Recolha do sargaço com foicinha e arrasto dos feixes.

11 – Idem. Transporte a braçado e em carro de bois.

12 – Viana do Castelo, Afife. Arrasto dum feixe de sargaço.

13 – Idem. Carga e transporte em carros de bois.

14 – Viana do Castelo, Carreço. Estendendo o sargaço à mão no alto da duna (fotog. Alvâo).

15 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Mudança de traje, na duna, antes de descer para a praia.

16 – Idem. Caminhando ao longo da praia em busca da mancha do sargaço.

17-18 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Apanha do sargaço com redenho.


19 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Uma pausa no trabalho.

20 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Saindo do mar a caminho da praia para esvaziar os redenhos.

21 – Idem. Enchendo os cestos em que transportam o sargaço.

22-23 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Jangadas na praia.


24 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Jangadas e barcos na praia.

25 – Idem. Momentos antes da partida das Jangadas para o mar.

26 – Idem. As jangadas junto ao mar.

27 – Idem. Entrada e partida das jangadas para o mar, deixando os rodados em terra.

28 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Apanha do sargaço em jangadas, com foicinhão.

29 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Apanha do sargaço em jangadas, com foicinhão.

30 – Idem. Em segundo plano, um barco acostado aos rochedos enquanto as pessoas aproveitam a vazante para apanhar certas algas à mão.

31-32 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Apanha do sargaço em jangadas.


33 – Idem. Jangadeiro deslocando-se à vara.

34 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Chegada à praia de uma jangada com sargaço.

35 – Idem. O carro de bois aguardando a chegada da jangada.

36-37 – Idem. A passagem do sargaço da jangada para o carro.


38 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Jangadas com sargaço junto à praia e carro de bois metido na água aguardando a carga.

39 – Idem. Descarregando o sargaço da jangada e carregando-o no carro.

40 – Idem. A jangada antes de ser colocada sobre o rodado.

41 – Idem. A jangada, atrelada a uma junta, é puxada para o alto do areal.

42-43 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. A jangada carregada de sargaço, com rodado, é tirada por uma junta para o alto do areal.


44 – Idem. O regresso da jangada, pelo areal.

45 – Idem. Recolha do sargaço em barco.

46 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Chegada dum barco carregado à praia. Nas mãos do homem vê-se o croque, utilizado na recolha do sargaço.

47 – Idem. Barco com sargaço ; ao fundo mulheres a apanhar sargaço com redenho.

48 – Idem. Transporte do sargaço em carros de bois.

49 – Idem. Transporte do barco, no final da faina da apanha do sargaço.

50 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Transporte para terra do barco utilizado na recolha do sargaço.

51 – Idem. Transporte do sargaço em carro e mulher arrastando o redenho carregado.

52-53 – Idem. Transporte do sargaço em padiola.


54 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Transporte do sargaço em cesto.

55 – Idem. Transporte do sargaço à cabeça em cesto.

56 – Idem. Sargaceiros com foicinhões e croque às costas.

57 – Idem. Fim do trabalho na praia.

58 – Viana do Caslelo, Castelo de Neiva. Estendendo sargaço, a secar à mão.

59 – Idem. Levantando um palheiro de sargaço seco ; à esquerda um homem estende sargaço a secar.

60 – Esposende, Apúlia. Apanha do sargaço com gravetas.

61 – Idem. Além das gravetas vê-se também um barco cheio de sargaço. (Reprodução de Ilustração Portuguesa, 2.a Série, 6.° Vol – 1908).

62 – Esposende, Apúlia. Multidão de sargaceiros apanhando sargaço com gravetas (fotog. de autor desconhecido).

63 – Esposende, a norte da Apúlia. Apanha de sargaço com barco e


com graveta (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).
64 – Esposende, Apúlia. Apanha do sargaço com gravetas (fotog. de autor desconhecido).

65 – Esposende, a norte da Apúlia. Sargaceiro com rodafole a caminho do mar (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

66 – Esposende, Fão. Sargaceiro com os apetrechos às costas.

67 – Idem. Sargaceiro a caminho do local da apanha do sargaço com os apetrechos no carrelo.

68-69 – Esposende, a norte da Apúlia. Sargaceiros saltando as ondas, na apanha do sargaço com rodafole (fotogs. do Eng.° Henrique de Oliveira).

70 – Esposende, a norte da Apúlia. Sargaceiro arrastando o rodafole com sargaço para o descarregar fora do alcance do mar (fotog do Eng.° Henrique de Oliveira).

71 – Idem.

72 – Idem. Gente de Fonte Boa apanhando sargaço nos areais a norte da Apúlia (fotog. do Museu da Póvoa de Varzim).

73 – Esposende, a norte da Apúlia. Sargaceiro arrastando o rodafole com sargaço (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

74 – Idem. Sargaceiro a caminho do mar, depois de ter descarregado na praia o rodafole fora do alcance das ondas (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

75 – Idem. Sargaceiros arrastando o rodafole com sargaço (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

76 – Esposende, a norte da Apúlia. Montes de sargaço na praia (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

77 – Esposende, Fão. Carregando sargaço na carrela.

78 – Esposende, a norte da Apúdia. Montes de sargaço na praia ; em cima os barracos e barcos do pilado e do sargaço (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

79 – Esposende, Fão. Transporte do sargaço em carrela para o local de secagem.

80 – Esposende, Fão. Transporte do rodafole cheio de sargaço no carrelo.

81 – Esposende, Marinhais. Sargaço a secar no .areal ; ao lado, jangadas de cortiça usadas na pesca do polvo.

82 – Esposende, Fão. Estendendo sargaço a secar, à mão, no areal.

83 – Idem. Valinhas para protecção do sargaço que se encontra a secar contra as areias arrastadas pelo vento norte.

84 – Esposende. Mulheres apanhando limos com ancinhos na foz do Cávado.

85 – Idem. Carregando limos num carro de bois na foz do Cávado.

86 – Esposende, Fão. Juntando sargaço seco com engaço e à mão.

87 – Idem. Barco carregado de sargaço seco, junto da ponte de Fão, vindo da foz do rio Cávado.

88 – Esposende. Barco carregado de sargaço seco a caminho de Fonte Boa.

89 – Póvoa de Varzim, Averomar. Jangadas de cortiça na praia.

90 – Idem. Empurrando para a água uma jangada de cortiça.

91 – Póvoa de Varzim, Averomar. Jangadeiro a caminho dos afloramentos de algas.

92 – Idem. Homens sobre jangadas de cortiça a apanhar sargaço com a rastilha.

93-94 – Idem. Apanha de sargaço sobre jangadas de cortiça com ganchorra.


95 – Vila do Conde, Vila Chã. Apanhando sargaço com ganchola para dentro de barcos (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

96 – Póvoa de Varzim, Averomar. Jangada carregada de sargaço a caminho da praia.

97 – Póvoa de Varzim, Averomar. Descarga da jangada, na praia.

98 – Idem. Grupo de quatro pessoas sobre jangada de cortiça a caminho dos rochedos que não se atingem a pé.

99 – Póvoa de Varzim, Averomar. Descarregando a jangada para cestos.

100 – Idem. Transporte do sargaço em cesto para o local de secagem.

101-102 – Idem. O transporte da jangada para o alto do areal, terminado o trabalho.


103 – Póvoa de Varzim, Averomar. Sargaço a secar. Ao lado a jangada, a graveta e o ganhapão.

104 – Idem. Sargaço a secar ; no alto, os montes de sargaço já cobertos por capelas de colmo.

105 – Póvoa de Varzim. Apanha do sargaço com ganhapão, junto ao molhe. (fotog. do Dr. Eugénio Lapa Carneiro).

106 – Idem. Montes de sargaço apanhados com o ganhapão. (fotog. do Dr. Eugénio Lapa Carneiro).

107 – Póvoa de Varzim. Apanha do sargaço com ganhapão, junto ao molhe (fotog. do Dr. Eugénio Lapa Carneiro).

108 – Idem. Apanha do sargaço na beira do mar (fotog. Loty).

109 – Vila do Conde, a sul de Vila Chã. Apanha do sargaço com ganhuço (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

110-111 – Vila do Conde, Vila Chã Apanha do sargaço com galricho.


112 – Mafra, Ericeira. Carregando sargaço em cesto.

113 – Idem. Transporte do sargaço em cesto, de borco sobre a cabeça.

114 – Mafra, Encarnação. Sargaço a secar no areal.

115 – Idem. Sargaço a secar e, em primeiro plano, pilha de sargaço seco com ferramenta

116 – Sesimbra, Cabo Espichel, Lagosteiros. Homem a escolher certas algas num monte enorme de sargaço arrojado à praia.

117 – Idem. Embarcações utilizadas na recolha de algas.

118 – Sesimbra, Cabo Espichel, Lagosteiros. Pequeno aglomerado de barracos de gentes do interior que ali vêm apanhar algas.

119 – Idem. Transporte de algas secas.

120 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Jangadas na praia.

121 – Esposende, Marinhas. Jangadas elevadas sobre cavaletes para evitar que fiquem soterradas pelas areias que o vento arrasta ; utilizadas para atingir os penedos onde pescam o polvo.

122 – Esposende, a norte da Apúlia. Jangada de madeira usada para atingir os penedos onde os lavradores vão pescar o polvo.

123 – Idem. Jangadas de cortiça usadas para o mesmo fim.

124 – Idem. Jangada de cortiça sobre um carrelo, para ser transportada ao longo do areal.

125 – Póvoa de Varzim, Averomar. Jangadas de cortiça utilizadas na apanha do sargaço (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

126 – Viana do Castelo, Montedor. Masseira utilizada na recolha do sargaço preso (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

127 – Esposende, a norte da Apúlia. Barco de fundo de prato usado na apanha do sargaço.

128 – Viana do Castelo, Afife. Palheiros de sargaço destinados a venda, junto à estrada nacional.

129 – Viana do Castelo, Amorosa. Palheiros de sargaço junto à estrada.

130 – Póvoa de Varzim, Averomar. Palheiros de sargaço.

131 – Mafra, Encarnação. Montes de sargaço seco no alto das arribas.

132 – Viana do Castelo, Carreço. Barracos de pedra de lavradores-sargaceiros, agora transformados em casa de veraneantes.

133 – Viana do Castelo, Carreço. Barracos de pedra dos lavradores para guarda de embarcações.

134 – Viana do Castelo, Amorosa. Barracos de pedra, alguns transformados já em habitação permanente.

135 – Viana do Castelo, Foz do rio Neiva. Barracos de sargaço em madeira, em 1957.

136 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Barracos de sargaceiros, em 1957.

137 – Idem. O mesmo local em 1975.

138 – Esposende, S. Bartolomeu do Mar. Barracos de pedra.

139 – Esposende, Fão. Barracos de pedra dos lavradores das freguesias do interior – Fão, Gandra e Fonte Boa.

140 – Esposende, a norte da Apúlia. Barracos de sargaceiros, em 1957.

141 – Idem. Velhos barracos de sargaço transformados e adaptados a habitações de veraneantes.

142 – Esposende, a norte da Apúlia. Barracos de sargaceiros.

143 – Idem. Contraste entre o barraco dos sargaceiros e a casa do veraneante citadino.

144 Póvoa de Varzim, Aguçadoura. Barracos de sargaceiros, em madeira.

145 – Vila do Conde, Mindelo. Barracos de sargaceiros, de quatro águas, cobertos de colmo.

146 – Vila do Conde, Vila Chã. Velhos barracos, adaptados a casas dos pescadores. (fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira, 1948).

147 – Matosinhos, Lavra. Barracos de sargaceiros.

148 – Esposende, Criaz. Transporte do sargaço seco para os campos, antes da sementeira de batata.

149 – Esposende, Estela. Campos de masseira.

150-151 – Esposende, Fão. Traje de sargaceiro.

152 – Viana do Castelo, Castelo de Neiva. Traje de jangadeiro.

153 – Idem. Traje feminino das sargaceiras.

154 – Caminha, Portinho de Âncora Praia. Masseiras usadas na captura do pilado. (Fotog. Beleza-Porto).

155 – Viana do Castelo, Montedor. A alagem do barco grande que era utilizado na pesca do pilado. (Foto de António Silva).

156 – Viana do Castelo, Montedor. A rede do pilado a secar.

157 – Esposende, a norte da Apúlia. Barcos e rede do pilado no areal. (Fotog. do Eng°. Henrique de Oliveira).

158 – Esposende, a norte de Apúlia. Carros de bois no areal à espera do regresso dos barcos do pilado. (Fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

159 – Esposende, a norte de Apúlia. Cabos das redes do pilado a secar. (Fotog. do Eng.° Henrique de Oliveira).

160 – Entre Esposende e Apúlia. Barcos do pilado e carros de bois na praia. (Fotog. de autor desconhecido).

161 – Esposende, Apúlia. Barcos do pilado e carros de bois na praia. (Reprodução da Ilustração Portuguesa, 2.a série 6.° Volume 1908).


162 – Esposende, Apúlia. Carros de bois aguardando a chegada dos barcos do pilado. (Fotog. Eng.° F. C. Mendes – 1938).

163 – Esposende, Apúlia. Carros de bois aguardando a chegada dos barcos do pilado. [Fotog. Eng.° F. C. Mendes – 1938).

164 – Esposende, Apúlia. Transporte do pilado para o areal livre das marés onde é posto a secar. (Fotog. Eng.° F. C. Mendes – 1938).

165 – Esposende, Apúlia. Transporte do pilado para o areal livre das marés onde é posto a secar. (Fotog. Eng.° F. C. Mendes – 1938).

166 – Esposende, Apúlia. Recolha do pilado depois de seco. (Fotog. Eng.° F. C. Mendes – 1938).

167 – Esposende, Apúlia. Recolha do pilado depois de seco (Fotog. Eng.° F. C. Mendes – 1938)

168 – Espoosende, Apúlia ha do pilado depois de seco (Fotog. Eng.» F. C. Mendes – 1938)

169 – Vila do Conde, Angeiras. O barco miranço.

170 – Matosinhos. Bateiras também utilizadas na pesca do pilado. (Fotog. Beleza).

171 – Vila Nova de Gaia, Afurada, Bateiras.

172 – Figueira da Foz, Buarcos, Bateira.

173 – Figueira da Foz, Costa de Lavos. Barco também usado na pesca do pilado.

174 – Nazaré. Barco de bico, também usado na pesca do pilado. (Fotog. de Álvaro Laborinho).


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