Estampas e respectivas explicações

p. 223-249


Texte intégral

Estampa I

A. Primeira série de figas portuguesas

1. Figa de barro: mão direita e pulso, de cor natural; vê-se o punho da camisa, branco, que sobressai do extremo da manga. O objecto é de tamanho quase natural, mas a gravura está aqui diminuída.

2. Prato de faiança, vid. pág. 200.

1Estampa I

Fig. 1

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Fig. 2

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Estampa II

B. Amuletos portugueses, ou usados em Portugal

a) Simples figa:

3. De chifre: mão esquerda com antebraço estilizado, e no topo superior um orifício de suspensão.

4. Amuleto análogo, da mesma substância, senão que na parte correspondente ao pulso há uns sulcos, acaso indicativos de punho de camisa ou manga incompleta.

5. De osso, análogo ao n.° 3.

6. De osso, análogo ao precedente, senão que tem no topo superior uns ornatos losanguiformes.

7. De osso: mão esquerda e pulso, com punho de camisa ornado de losangos, e orifício de suspensão no topo.

8. Amuleto análogo ao n.° 7, senão que se vê maior porção do antebraço.

9. De madrepérola: mão esquerda com parte do antebraço, cujo topo está afeiçoado para receber engaste.

10. De substância vermelha, imitativa de coral: mão esquerda, e antebraço, que tem no topo superior engaste metálico com argola (móvel) de suspensão.

11. De azeviche: mão esquerda com parte do antebraço, que tem no topo superior um orifício de suspensão.

2Estampa II

Fig. 3

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Fig. 4

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Fig. 5

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Fig. 6

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Fig. 7

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Fig. 8

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Fig. 9

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Fig. 10

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Fig. 11

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Estampa III

12. Da mesma substância: mão direita com punho ornamentado e provido de orifício de suspensão, no topo.

13. De ferro: mão (que mais parece esquerda que direita) com parte do antebraço, que tem no topo superior um orifício, e uma argola móvel.

14. De chumbo: mão esquerda com antebraço, que tem no topo superior uma argola fixa.

15. De prata: mão esquerda com antebraço provido de orifício e argola móvel.

16. Da mesma substância: mão esquerda e braço que tem no topo superior um esvazamento oval para suspensão.

b) Figa e cornicho, de chifre:

17. Mão esquerda, e antebraço ou braço formado por um cornicho (ou cornicha, como também se diz) retorcido. Na palma da mão um orifício. – Talvez para animal.

18. Amuleto análogo, senão que o orifício está quase ao meio do objecto. – Talvez para animal.

3Estampa III

Fig. 12

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Fig. 13

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Fig. 14

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Fig. 15

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Fig. 16

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Fig. 18

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Fig. 17

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Estampa IV

19. Amuleto do mesmo tipo, mas o cornicho é achatado, e na parte correspondente ao pulso há um ornato como de punho de camisa ou pulseira. Ao meio do objecto estão enroscados uns fios metálicos que terminam por uma argola fixa. – Para animal.

19. * Amuleto igual, mas menor.

20. Amuleto do mesmo tipo e feitio, mas o cornicho é direito e provido de sulcos transversais que lhe servem de ornato. Ao meio do objecto há dois orifícios de suspensão. – Para animal.

21. Amuleto do mesmo tipo e feitio, sem ornatos, mas com dois orifícios ao meio. A mão distingue-se nitidamente do antebraço, e o topo superior deste está afeiçoado como para receber um engaste. – Para animal.

22. Amuleto do mesmo tipo, mas o cornicho é cónico, estando o vértice para o lado do topo superior, onde há um orifício de suspensão. O cornicho, na parte média e inferior, está ornamentado. – Para animal.

c) Figa e cornicho, de osso:

23. Mão esquerda e antebraço ou braço de forma de cornicho, estando porém retorcida só a parte superior; a parte inferior tem aspecto de manga ornamentada, e punho de camisa. Há um orifício na parte onde nasce o cornicho propriamente dito.

4Estampa IV

Fig. 19

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Fig. 19*

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Fig. 20

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Fig. 21

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Fig. 22

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Fig. 23

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Estampa V

24. Amuleto do mesmo tipo, com alguma diferença na ornamentação da parte inferior do antebraço, e na colocação do orifício, que está na palma da mão.

25 a 27. Amuletos análogos ao 24.

28. Amuleto do mesmo tipo dos antecedentes, mas o cornicho é somente encurvado, e o orifício está um pouco afastado da mão.

29. Amuleto do mesmo tipo, mas o cornicho é direito e o orifício está na palma da mão.

d) Outra série de amuletos:

30. Amuleto de osso formado de figa esquerda com antebraço a que se liga no topo superior um crescente onde há um orifício.

31. Amuleto de azeviche, formado também por figa esquerda e antebraço (pulso), mas o crescente está insculpido na palma da mão, e o orifício no pulso.

32. Amuleto da mesma substância, formado por figa esquerda com antebraço; este tem forma piramidal, com orifício no topo (vértice). Na palma da mão está insculpido um coração. Na figura representa-se o anverso e o reverso. No livro dos Azabaches, de Osma, que tenho citado várias vezes, figuram-se a pp. 221 e 222 algumas figas do século XVII, em cuja palma se vê um coração ou a meia-lua; nenhuma porém dessas figas iguala esta, que foi encontrada no Alto Minho, embora, certamente, de procedência galega.

5Estampa V

Fig. 24

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Fig. 25

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Fig. 26

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Fig. 27

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Fig. 29

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Fig. 30

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Fig. 28

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Fig. 31

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Fig. 32

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Estampa VI

33. Amuleto da mesma substância, formado de figa esquerda; na parte correspondente ao antebraço há uma escultura que representa o apóstolo S. Tiago. Tipo semelhante aos que traz Osma, ob. cit. na página antecedente, n.° 32. Esta figa foi encontrada na freguesia de São Vicente do Penso, concelho de Braga, mas veio, certamente, também da Galiza.

e) Cambulhadas:

34. Cambulhada formada por uma cruz metálica, uma meia-lua feita duma chapa, uma moeda furada, duas medalhas religiosas, um disco indeterminado, um vintém de prata de D. Manuel I, e uma figa esquerda de osso dos tipos n.os 25 e 26, tudo enfiado num cordelinho.

35. Outra cambulhada formada por uma ponta de chifre de carneiro, uma conta de azeviche e uma figa esquerda, tudo enfiado numa fitinha de seda.

6Estampa III

Fig. 33

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Fig. 34

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Fig. 35

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Estampa VII

C. Objectos portugueses, ou usados em Portugal, de que a figa é parte integrante

36. Gancho da meia, de osso, de forma de S (colos de cisne?); cf. supra, p. 202.

37. Outro gancho da meia, de osso, representando metade dele um antebraço e mão aberta, e sendo de fantasia a outra metade. Este objecto tem três orifícios. Cfr. o que se diz supra, p. 202.

38. Objecto parecido com o anterior, mas um pouco menor, e provido dum só orifício na palma da mão.

39. Gancho da meia amuletiforme: figa esquerda, com antebraço ornamentado, ao qual se liga um coração no topo superior. Neste objecto há quatro orifícios.

40. Agulha de fazer malha, de osso: vid. pág. 202.

7Estampa VII

Fig. 36

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Fig. 37

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Fig. 38

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Fig. 39

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Fig. 40

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Estampa VIII

41 e 42. Furadores de osso: vid. pág. 202.

43. Caneta: vid. pág. 202.

44. Guitarrinha de osso, cujo braço termina de modo natural e engenhosamente em mão, a qual faz o gesto da figa esquerda. Simples brinquedo ou objecto de ornato.

45. Frasco de vidro coalhado: vid. pág. 202.

8Estampa VIII

Fig. 41

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Fig. 42

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Fig. 44

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Fig. 43

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Fig. 45

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Estampa IX

D. A figa na política portuguesa

46. Reprodução da primeira página do jornal político portuense de que se falou a pág. 180.

Possuo na minha livraria os dois únicos números que saíram a lume: e do n.° 1 se faz para aqui a reprodução. Devo a posse deles ao meu amigo Júlio Brandão, director do Museu Municipal do Porto, o qual os obteve de outro seu amigo o Sr. Catão Simões.

9Estampa IX

Fig. 46

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Estampa X

E. A figa em várias nações modernas

a) Espanha:

47. Figa de azeviche, estilizada (braço e mão, talvez esquerda) com engaste metálico e argola fixa. De Salamanca.

48. Outra de alabastro (mão esquerda), com orifício de suspensão no topo do lado do antebraço. Dão-se duas vistas deste objecto, que existe no Museu Arqueológico de Valhadolid.

49. Outra, de azeviche, direita, com engaste metálico e argola fixa no topo do antebraço; na palma está insculpido um coração análogo ao da figa n.° 32. De Leão. Esta figa foi oferecida ao autor do presente trabalho, em 1902, pelo falecido escritor espanhol, e erudito paleógrafo, D. Antonio Martinez Salazar. Dão-se duas vistas deste objecto.

50. Inscrição gravada numa pedra da igreja de Verin, na qual pedra, por baixo da inscrição, se figuraram duas figas, como se disse supra, pág. 208.

10Estampa X

Fig. 47

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Fig. 48

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Fig. 49

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Fig. 50

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Estampa XI

51. Amuleto de metal branco, de forma de meia-lua, ornamentado por todo ele, e de cuja concavidade pende uma figa esquerda. Com argola de suspensão. De Plasença. – No Museu Etnológico há também um amuleto espanhol de ferro, semelhante a este, mas liso.

b) Itália:

52. Figa (esquerda), de substância branca, com engaste metálico, e argola de suspensão, móvel. No pulso figura-se uma pulseira com uma pedrinha de cor. Comprada na Itália.

53. Figa semelhante, senão que é direita. Comprada em Paris.

54. Figa (direita), de azeviche, com orifício de suspensão. Comprada em Paris, como porte-bonheur (nome que o povo em França dá aos amuletos e aos objectos amuletiformes, quer eles atraiam o bem, quer repilam o mal).

c) Bélgica:

55. De uma caixa de rapé, de marfim, séc. XVI, segundo um desenho conservado na Biblioteca Real da Bélgica, e reproduzido num livro de Havard, citado supra, pág. 210.

d) Alemanha, Suécia, Finlândia: vid. p. 248.

11Estampa XI

Fig. 52

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Fig. 51

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Fig. 53

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Fig. 54

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Fig. 55

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Estampa XII

F. Amuletos antigos

56. (Figura ampliada). Amuleto romano, de ouro, de carácter fálico, que termina de um lado em figa, feita com a mão direita, e do outro em cabeça de leão. Na parte superior do objecto, ao centro, há uma argola. Objecto adquirido no Alentejo. Cfr. p. 219.

57. Figa romana, de coral, direita, com pulseira, e orifício de suspensão no topo do objecto. Amuleto vindo de Alexandreta (Síria). Comprado em Paris.

58. Figa romana, também de coral, direita ou esquerda, com pulseira, e com orifício de suspensão no centro do objecto. Da mesma proveniência.

59. Amuleto romano, de bronze, complexo: vid. pág. 219.

60. Amuleto romano, de bronze, de forma fálica: vid. pág. 219.

61. Amuleto antigo, de bronze, de forma de concha Cypraea: vid. pág. 219.

62. Outro amuleto igual, mas menor.

12Estampa XII

Fig. 56

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Fig. 57

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Fig. 58

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Fig. 59

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Fig. 60

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Fig. 61

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Fig. 62

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Estampa XIII

63. Gesto que sói fazer-se, por graça, às crianças na Alemanha, Suécia e Finlândia: vid. pág. 213 e 214. Dão-se duas vistas do gesto: e vão neste lugar, no fim de tudo, porque ele não tem carácter supersticioso.

13Excepto os objectos representados com os n.os 33, 35, 46, 48, 49, 50 e 55, todos os outros pertencem ao Museu Etnológico Português, adquiridos para ele pelo autor do presente trabalho. (O n.° 63 não representa um objecto, mas um gesto).

a gravura n.° 1 assenta numa fotografia tirada pelo Dr. Joaquim Fontes, assistente da Faculdade de Medicina de Lisboa;

a gravura n.° 20, numa fotografia do falecido fotógrafo Camacho, de Lisboa;

a gravura n.° 28, num desenho de João Saavedra Machado, feito do próprio objecto;

a gravura n.° 33, num desenho de Guilherme Gameiro, que se serviu de um apontamento enviado por Albano Belino;

a gravura n.° 48, num desenho enviado por D. Saturnino Rivera, professor da Universidade de Valhadolid;

a gravura n.° 50, numa cópia enviada por D. Ramón Otero Pedrayo, de Orense;

a gravura n.° 55, numa cópia do livro de Havard (vid. supra, p. 210), tirada por Francisco Valença, desenhador do Museu Etnológico Português;

a gravura n.° 63, num esboço enviado pelo falecido escritor sueco e lusitanó– filo Göran Björhman, e copiado (e aperfeiçoado) também por Francisco Valença.

Ao mesmo artista, o Sr. Francisco Valença, se devem os desenhos e aguarelas que serviram de base a todas as restantes gravuras, e que ele fez directamente dos próprios originais.

14Estampa XIII

Fig. 63 (duas vistas do mesmo gesto)

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