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    Plan

    Plan détaillé Texte intégral MARES DOS LANCHÕES o mar da cartola MAR NOVO DO SUDOESTE OU NOSSO MAR MAR DE CHAMPÁNA MAR DOS RASQUEIROS E FANEQUEIROS DO ALTO RODA DA FANECA DE TERRA POÇOS E POCINHOS MARES DOS TICONEIROS MARES DO «PROFUNDO» (Mares dos barcos de pescar à linha) Notes de bas de page

    O Poveiro

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    X Os mares

    p. 107-115

    Texte intégral MARES DOS LANCHÕES o mar da cartola MAR NOVO DO SUDOESTE OU NOSSO MAR MAR DE CHAMPÁNA MAR DOS RASQUEIROS E FANEQUEIROS DO ALTO RODA DA FANECA DE TERRA POÇOS E POCINHOS MARES DOS TICONEIROS MARES DO «PROFUNDO» (Mares dos barcos de pescar à linha) Notes de bas de page

    Texte intégral

    1Os Poveiros têm vários mares onde habitualmente caçam e pescam e que vêm do noroeste do Mondego, ao sul, até ao mar dos Galegos, Espanha, ao norte.

    2Os Lanchões têm três : o mar da Cartola, o mar Novo do Sudoeste ou Nosso Mar e o mar da Champana. Por vezes pescam também no mar dos Galegos, em Espanha.

    3Os rasqueiros do alto, dois: – O mar da Cartola e o Nosso Mar, mas pescando mais terrenhos que as lanchas da pescada.

    4Os barcos de pescar (pescadores à linha) vão além dos planaltos dos mares dos lanchões, ao profundo (200 a 300 braças do fundo).

    5Os ticoneiros – pescadores já cansados de 60 a 80 anos – trabalham em mares mais perto da costa, chamados mares terrenhos ou à terra da pedra.

    6Os fanequeiros, nas rodas da faneca – pedras dispersas pelo mar onde à sua sombra vive esta espécie de peixe.

    7Os rasqueiros da pedra e espinheiros – nas pedras junto à costa a pequena distância da terra.

    8Passemos a descrever esses mares, com as respectivas demarcações dos poveiros e fundos:

    MARES DOS LANCHÕES o mar da cartola

    9Peixes abundantes neste mar: pescada, gorás e peixes de coiro: cação, peixe-gato, lixa, etc. Muitas outras espécies o povoam, mas numa percentagem bastante inferior àquelas. As redes «volantes» que formam as caças para estas espécies são lançadas em fundos limpos (sem pedras), regulando esses fundos 60 a 65 braças de altura.

    10O mar da Cartola para o lanchão é, por assim dizer, um corredor de limpo que tem de largura o que vai de 30 braças (pedra do lado de terra) a 70 braças (pedras do lado de fora) estendendo-se desde o noroeste do Mondego (marca do sul) ao chamado mar novo ou nosso mar.

    11O mar da Carlota tem um ponto firme de referência: Baltar. É por este monte que o Poveiro faz, neste mar, os seus enfiamentos, demarcando assim o local onde lança as suas redes, principalmente as das duas pontas da caça para procurar as suas balizas. No caso de tempestade ou correnteza de água que aquelas desapareçam, rocegar o aparelho que está no fundo do mar. Essas demarcações são assim designadas, norte para o sul :

    1.a
    –

    Baltar1

    a S. Gens2.

    2.a
    –

    »

    à Luz3.

    3.a
    –

    »

    à Cova4.

    4.a
    –

    »

    a Valongo.

    5.a
    –

    »

    ao Ramalho.

    6.a
    –

    »

    às Pedreiras5.

    7.a
    –

    »

    por trás dos Curvos6.

    8.a
    –

    »

    ao Escarvado7.

    9.a
    –

    »

    à ponta da serra do Sul8.

    10.a
    –

    »

    entre as Serras9.

    11.a
    –

    »

    à porta da serra do Monte10

    MAR NOVO DO SUDOESTE OU NOSSO MAR

    12Este mar tem de profundidade 67 a 115 braças. É limpo entre estas profundidades, ou melhor, do lado de fora é perigoso lançar redes, porque podem perder-se no profundo (quebradas que duplicam a profundidade). É entre o corredor que vai das 67 a 115 braças de altura que se lançam as caças. O monte ou ponto firme de demarcação deste mar é Bastuces. Eis as suas demarcações:

    1.a –

    Bastuces11

    ao Bemfeito da Cajanca12.

    2.a –

    »

    em riba da Cajanca.

    3.a –

    »

    à mama de Guião.

    4.a –

    »

    a Regufe13.

    5.a –

    »

    à Senhora da Lapa.

    6.a –

    »

    à rua dos Ferreiros.

    7.a –

    »

    à Igreja Nova14.

    8.a –

    »

    à Casa do Abade15.

    9.a –

    »

    à Mama.

    10.a –

    »

    à Migalha.

    11.a –

    »

    ao Alto da Serra16.

    12.a –

    »

    à Quebrada.

    13.a –

    »

    à Carreira Branca.

    14.a –

    »

    à Mama do Vinho17.

    15.a –

    »

    ao Caminho.

    16.a –

    »

    ao Monte de Laundos.

    17.a –

    »

    ao Trancado18.

    18.a –

    »

    às Marmelas.

    19.a –

    »

    entre a Eira e Marmelas.

    20.a –

    »

    à Eira.

    21.a –

    »

    ao Bonito.

    22.a –

    »

    aos Cinco Montes19.

    MAR DE CHAMPÁNA

    13Este mar tem em profundidade as mesmas características do Nosso Mar, com o mesmo corredor de fundo limpo.

    14Tem quatro pontos firmes para a sua demarcação Sul-Norte: S. Leméde, Champána, Pargo e Coto.

    As marcas são as seguintes:

    1.a –

    S. Leméde20

    aos Pedrosos21.

    2a –

    »

    à Meia Carreira.

    .
    3a –

    »

    a S Lourenço22.

    .
    4.a –

    »

    .
    à Cova das Zenhas.

    5.a –

    »

    à Regueira do Selir.

    6.a –

    »

    aos S. Paios de Riba.

    7.a –

    »

    aos S. Paios de Baixo.

    8.a –

    »

    aos Pinheiros.

    9.a –

    »

    aos Pinheiros n‘Água.

    10.a –

    »

    ao Castelo23.

    11.a –

    »

    ao Canto da Eira.

    12.a –

    Champána24

    ao Cabidelo (Cabedelo).

    13.a –

    »

    à Vila.

    14.a –

    »

    meia dentro e meia fora.

    15.a –

    »

    à Champána de dentro.

    16.a –

    Pargo25

    a Feital.

    17.a –

    »

    às Rodas.

    18.a –

    »

    aos Varais.

    19.a –

    »

    ao Bico do Camarido.

    20.a –

    »

    ao Coice.

    21.a –

    »

    à Barra Portuguesa26.

    22.a –

    »

    ao Castelo da Insua.

    23.a –

    »

    à Barra Galega27.

    24.a –

    »

    ao Verde de Santa Tréga.

    25.a –

    »

    ao Relógio de La Guardia.

    26.a –

    »

    a Terrosos28.

    27.a –

    »

    às Mamotas.

    28.a –

    »

    à Regueira Doida.

    29.a –

    Coto

    a Santa Tréga.

    30.a –

    »

    à Vila de La Guardia.

    31.a –

    »

    ao Relógio.

    15Da marca do «Pargo aos Ganchos de Santa Trega» para o norte, os Poveiros consideram já «mar de sueste dos galegos».

    16Como já dissemos, é o enfiamento destas marcas que dão ao Poveiro no mar o ponto exacto onde deve lançar as suas redes.

    17Os pontos firmes que já citámos são seis. Assim, do sul para o norte, quando desaparece Baltar, surge Bastuces; quando desaparece Bastuces, surge-nos S. Leméde e depois Champána, Pargo e Coto.

    18Estes pontos firmes são enfiados pelos outros pontos já referidos e que estão mais perto da costa.

    MAR DOS RASQUEIROS E FANEQUEIROS DO ALTO

    19Os Rasqueirtos, que caçam raias, rodovalhos e outras espécies próprias das redes chamadas Rascas – que adiante descrevemos – lançam as suas caças à volta de cabeços de pedra isolados no limpo ou elevados da manta de pedra da costa, ao abrigo dos quais vivem os peixes. É também nestas pedras que os fanequeiros da Roda de Fora lançam as suas nassas (armadilhas) ou pescam à linha as fanecas e safios da sua especialidade.

    20Essas pedras ou cabeços são assim denominados e marcados pelos Poveiros :

    21A Farilhuda (36 braças) – Marca: Baltar à Casa Branca.

    22A Galega (38 braças) – Marca: Baltar ao Escarvado.

    23O Rodrigo (34 braças) – Marca: Baltar entre as Serras.

    24Beirada do Castelo (36 braças) – Marca: Baltar ao Meio da Serra do Norte.

    25O Cais (27 braças) – Marca: Baltar às Pedreiras.

    26A Fita do Maio (27 braças) – Marca: Baltar às Pedreiras.

    27A do Valongo (40 braças) – Marca: Baltar ao Alto do Valongo.

    28A Violanda (27 braças) – Marca: Baltar à Senhora da Luz.

    29Fitas do Canteiro (38 braças) – Marca: Marca: Baltarinho sobre a Senhora da Luz.

    30A Macha (44 braças) – Marca: Baltar à Igreja de S. João.

    31Putão da Barra (44 braças) – Marca: Baltar à Igreja de S. João.

    32A Rota (46 braças) – Marca: Baltar à Luz.

    33A Lage (27 braças) – Marca: Curvo ao Rio de Angeiro.

    34A Pedra de S. Paio (34 braças) – Marca: S. Paio ao Curvo.

    35A do Rabogil (46 braças) – Marca: S. Paio ao Curvo.

    36Pedra ao Penedo (48 braças) – Marca: Santa Maria Nova à Cajanca.

    37A Selir (40 braças) – Marca: Santa Clara à Cajanca.

    38A de Sant’Ana (34 braças) – Marca: Sant’Ana à Cajanca.

    39Caralhetes (31 braças) – Marca: Santo António à Cajanca.

    40Fedorenta (36 braças) – Marca: Senhora da Lapa da Vila à Cajanca.

    41Beirada de Mouguim (36 braças) – Marca: S. Lemede aos Pedrosos.

    42Putão dos Passos (57 braças) – Marca: S. Lemede a S. Lourenço.

    43Beirada de Fora (64 braças) – Marca: S. Lemede a S. Lourenço.

    44A Rasqueira (57 braças) – Marca: A Mêda do Castelo.

    45Beirada do Mar de Viana (66 braças) – Marca: Champana à vila e Pargo ao Selir.

    RODA DA FANECA DE TERRA

    46Demarcação das pedras que constituem esta Roda do Sul para o Norte:

    47Dom Martins (25 braças) – Marca: Sul : Pedras Ruivas à Cajanca; Norte: Pedrosos à Forcada de Abremar.

    48Putão de Carregoiceiro (24 braças) – Marca: Nordeste: Rebolo de Santo André à Forcada de Abremar; Leste: Pedras Ruivas à Forcada de Vila do Conde.

    49Pedra do Sudoeste (24 braças) – Marca: Sul : Convento de Santa Clara à Forcada de Vila do Conde; Leste: Enfiamento da Barra da Póvoa.

    50Pedra dos Carvalhos (18 a 19 braças) – Marca: Sul : Couto aos Pedrosos ; Leste: Senhora das Dores ao Hospital.

    51Putão da Urge (18 a 19 braças) – Marca: Sul : Couto aos Pedrosos ; Leste: Farol do Govêrno à Boiça de Regufe.

    52As Serras (18 braças) – Marca: Leste: Memória de S. Félix à Memória de Santo André ; Sueste: Senhora da Lapa à Forcada de Abremar.

    53Churrião (15 a 16 braças) – Marca: Leste: Pedra Negra ao Norte de Santo André a Laundos ; Nordeste: Coto ao Mião.

    54Pedra do Maio (15 a 16 braças) – Marca: Leste: Laundos ao Moinho do Norte de Aguçadoura; Nordeste: Côto às Pedrosas.

    55Pedra da Foz (27 a 30 braças) – Marca: Leste: Máma Grande ao Cavalo; Norte: Santa Luzia ao Côto.

    56A Moiteira (27 a 30 braças) – Marca: Leste: Ponte de Faro do Sul à Mêda ; Nordeste: Santa Luzia ao Côto.

    POÇOS E POCINHOS

    57Na manta de pedra (a «beirada de terra», como eles dizem) que se estende em frente à costa que enfrenta os três concelhos – Vila do Conde, Póvoa de Varzim e Esposende – há várias fendas onde a faneca se acoita e vive também em abundância, fendas a que o Poveiro chama «poços e pocinhos» pelas cavidades que representam nessa manta de pedras. Todos esses poços e pocinhos estão crismados e demarcados por esta forma:

    58O Credo (16 braças) – Marca: Leste: Igreja de Vila do Conde ao Facho das Cachinas ; Nordeste: Torrião de S. Gonçalo de Beiriz ao Canto da Esquadria de terra da Senhora da Lapa.

    59Os bois (16 braças) – Marca: Nordeste : Senhora das Neves de Abremar por terra do Cuim ; Leste: Casas Altas das Portas Fronhas às Pedras do sudoeste das Estremunhas.

    60Os Mancebos (16 braças) – Marca: Leste: Farol do Govêrno à Esquadria do norte da Lapa; Sueste: Igreja de Vila do Conde a meio dos dois ganchos da Forcada.

    61O Lambás (15 braças) – Marca: Leste: O Galo da Senhora das Dores à Ponta do Paredão Novo; Norte: Redonda ao Cuim.

    62A Roda do Tambuco (12 braças) – Marca: Leste: Nossa Igreja à Ponta do Paredão ; Norte: Esquina da Casa do Castanho à Redonda.

    63O Pocinho (12 braças) – Marca: Leste: Canteirão ao Chalet dos Guidões; Sul: Forcada ao Castelo.

    64Salgueirinho (12 braças) – Marca: Leste: «Benda» da tia Silva ao Cuim; Sul: Forcada ao Castelo.

    65Ougueiras (14 braças) – Marca: Leste: Igreja de Amorim às Larigas; Nordeste: Pedrosos à Forcada de Abremar.

    66São neste poços e pocinhos, a pequena distância da terra, que se faz a chamada pesca de sport pelos banhistas aficionados que frequentam a praia e pela mocidade da terra não pescadora que aos domingos e dias feriados gostam desta diversão. Os Poveiros chamam-lhes «lavradores e tarrineiros» que é, neste caso, «gente que não sabe pescar».

    67«Que dizes, lavrador tarrineiro? !» – «Quem te ensinou a pescar ? »

    68Isto é sempre dito pelo Poveiro, em ar de galhofa, do seu barco para o barco em que estão os homens de chapéu.

    69Tarrineiro em terra, é o espanhol que anda com uma roda a compor louça e guarda-sóis. (Terrineiro).

    MARES DOS TICONEIROS

    70Chamavam-se ticoneiros aos pescadores que caçavam com redes de ticum, mais leves que as «volantes» da pescada. Eram as redes dos velhos, dos pescadores – lanchões cansados, que não podiam ombrear com as companhas novas e robustas, de fama, dos lanchões. Pesca, portanto, mais leveira, perto da costa, nos mares de Terra da Pedra (56 braças), Lameirão (66 braças), mar do Rego (66 braças), etc.

    71Mares de pouca largueza, porque são pequenas abertas de limpo nas mantas de pedras que cercam da parte de terra os grandes mares dos lanchões.

    72Os ticoneuros, como os ticuns – redes que descreveremos adiante – desapareceram por completo da colmeia piscatória poveira.

    MARES DO «PROFUNDO» (Mares dos barcos de pescar à linha)

    73Chamam-se mares do profundo aos fundos que vão além dos mares dos lanchões e que por vezes ficam por fora do planalto e que têm como característica alturas de água bastante irregulares, em pequenas distâncias, passando rapidamente de 200 para 300 braças e inversamente. É a estes mares que vão os barcos de pescar à linha e onde caçam os peixes de grandes fundos: congro, cherne, capatão, sarrão do alto, pescadas negras, irogas, etc.

    74Quando um lanchão não encontra a sua caça de redes, tem a convicção que a correnteza a levou pelo profundo dentro.

    75É quase sempre, caça perdida, porque sendo os fundos muito incertos, não há facilidade em a rocegar.

    76O pescador de linha, em toda a frente do mar da Cartola dos lanchões, não tem marcas para se regular, porque os montes se afundam na água, não se avistando terra. Serve-se, para pescar, da sonda, que lhes dá a altura e a pedra que procuram. Só na frente do nosso mar e da quebrada para o norte, é que pode demarcar os locais em que faz a sua pescaria.

    77Os fundos são, como já dissemos, muito incertos, mesmo nos profundos demarcados, visto que um pequeno desvio do barco provocado pela mudança da corrente da água pode dar diferenças de 50 e 100 braças.

    78Estes fundos oscilam entre 250 a 300 braças.

    79Damos a seguir as suas demarcações:

    80Profundo da Quebrada – Marca: Leste a Oeste: Bastuces à Quebrada; Nordeste: O monte a cair na água.

    81Profundo de Laundos – Marca: Leste a Oeste: Bastuces a Laundos ; Nordeste: Pargo, encobre não encobre.

    82Profundo das Marmelas – Marca: Leste a Oeste: Bastuces às Marmelas ; Nordeste: Pargo a cair do Camarido abaico.

    83Profundo do Bonito – Marca: Leste a Oeste: Bastuces ao Bonito; Nordeste: Côto a Santa Luísa.

    84Profundo das Zenhas Pequenas – Marca: Leste a Oeste: S. Leméde às Zenhas pequenas; Nordeste: Pargo ao meio dos varais.

    85Profundo das Zenhas Grandes – Marca: Leste a Oeste: S. Leméde ao Carreiro das Zenhas Grandes; Nordeste: Pargo à Ponta do Camarido.

    86Profundo do Selir – Marca: Leste a Oeste: S. Leméde ao Selir ; Nordeste: Pargo à barra portuguesa.

    87Profundo de Caminha – Marca: Sueste: Igreja na vila a Santa Luzia; Nordeste: Pargo a embicar ao verde de Santa Trega.

    88A propósito, não fica mal arquivar já esta quadra das cantigas sobre as marcas dos mares, muito em voga entre a classe:

    Santa Clara à Cajanca,
    E o Coto ao Mião ;
    Com a marca de S. Gens,
    Fui largar ao Lameirão.

    Notes de bas de page

    1 Baltar – Monte à terra da Senhora da Hora, concelho de Matosinhos.

    2 S. Gens – Monte na freguesia da Senhora da Hora.

    3 Luz – Farol da Luz, na foz do Douro.

    4 Cova – Fundo entre montes junto a Valongo.

    5 Pedreiras – Pedreiras de Vila Nova de Gaia.

    6 Curvos – Monte pelo sul da Serra do Pilar.

    7 Escarvado (deve ser Escalvado) – Ponta baixa de uma serra despida de árvores perto de Espinho.

    8 Serras e Serra do Sul – Entre Ovar e Aveiro.

    9 Serras e Serra do Sul – Entre Ovar e Aveiro.

    10 Serra do Monte – Sul de Aveiro.

    11 Bastuces – Monte rodeado pelas freguesias de Bastuces, S. Miguel da Carreira, Cambezes, Arentim e outras, dos concelhos de Barcelos e Braga.

    12 Cajanca – Monte ao sul de Famalicão.

    13 Regufe – Lugar na divisão da Póvoa de Varzim-Vila do Conde.

    14 Igreja Nova – Matriz da Póvoa.

    15 Casa do Abade – Igreja de Beiriz.

    16 Alto da Serra – Alto do monte da Cividade de Terroso.

    17 Mama do Vinho – Relevo na baixa ao sul de Laundos.

    18 Trancado – Ponto elevado, «atrancado» entre o Monte de Laundos e outro mais ao norte.

    19 Cinco Montes – Montes em frente a Apúlia, Esposende.

    20 S. Leméde – Monte ao Sul de Esposende.

    21 Pedrosos – Monte em frente a Esposende.

    22 S. Lourenço – Monte de S. Lourenço, ao norte de Esposende. Há a crença entre os pescadores poveiros que as águas das fontes do cimo deste monte dão cura aos éticos.

    23 Castelo – Monte junto ao rio Neiva.

    24 Champána – Monte elevado ao sul do rio Lima.

    25 Pargo – Monte ao sul de Caminha.

    26 Barra portuguesa – Entrada do Rio Minho, lado sul do Castelo.

    27 Barra galega – Entrada do Rio Minho, norte do Castelo.

    28 Terrosos – Monte ao norte de La Guardia, Espanha.

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    1 Baltar – Monte à terra da Senhora da Hora, concelho de Matosinhos.

    2 S. Gens – Monte na freguesia da Senhora da Hora.

    3 Luz – Farol da Luz, na foz do Douro.

    4 Cova – Fundo entre montes junto a Valongo.

    5 Pedreiras – Pedreiras de Vila Nova de Gaia.

    6 Curvos – Monte pelo sul da Serra do Pilar.

    7 Escarvado (deve ser Escalvado) – Ponta baixa de uma serra despida de árvores perto de Espinho.

    8 Serras e Serra do Sul – Entre Ovar e Aveiro.

    9 Serras e Serra do Sul – Entre Ovar e Aveiro.

    10 Serra do Monte – Sul de Aveiro.

    11 Bastuces – Monte rodeado pelas freguesias de Bastuces, S. Miguel da Carreira, Cambezes, Arentim e outras, dos concelhos de Barcelos e Braga.

    12 Cajanca – Monte ao sul de Famalicão.

    13 Regufe – Lugar na divisão da Póvoa de Varzim-Vila do Conde.

    14 Igreja Nova – Matriz da Póvoa.

    15 Casa do Abade – Igreja de Beiriz.

    16 Alto da Serra – Alto do monte da Cividade de Terroso.

    17 Mama do Vinho – Relevo na baixa ao sul de Laundos.

    18 Trancado – Ponto elevado, «atrancado» entre o Monte de Laundos e outro mais ao norte.

    19 Cinco Montes – Montes em frente a Apúlia, Esposende.

    20 S. Leméde – Monte ao Sul de Esposende.

    21 Pedrosos – Monte em frente a Esposende.

    22 S. Lourenço – Monte de S. Lourenço, ao norte de Esposende. Há a crença entre os pescadores poveiros que as águas das fontes do cimo deste monte dão cura aos éticos.

    23 Castelo – Monte junto ao rio Neiva.

    24 Champána – Monte elevado ao sul do rio Lima.

    25 Pargo – Monte ao sul de Caminha.

    26 Barra portuguesa – Entrada do Rio Minho, lado sul do Castelo.

    27 Barra galega – Entrada do Rio Minho, norte do Castelo.

    28 Terrosos – Monte ao norte de La Guardia, Espanha.

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    Graça, A. S. (1992). X Os mares. In O Poveiro. Lisboa: Etnográfica Press. https://doi.org/10.4000/books.etnograficapress.3933
    Graça, A. Santos. « X Os mares ». In O Poveiro. Lisboa: Etnográfica Press, 1992. doi:10.4000/books.etnograficapress.3933.
    Graça, A. Santos. « X Os mares ». O Poveiro, Etnográfica Press, 1992, https://doi.org/10.4000/books.etnograficapress.3933.

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    Graça, A. S. (1992). O Poveiro. Lisboa: Etnográfica Press. https://doi.org/10.4000/books.etnograficapress.3876
    Graça, A. Santos. O Poveiro. Lisboa: Etnográfica Press, 1992. doi:10.4000/books.etnograficapress.3876.
    Graça, A. Santos. O Poveiro. Etnográfica Press, 1992, https://doi.org/10.4000/books.etnograficapress.3876.
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