Table des matières
Hélio J. S. Alves
Apresentação
Capítulo I. Práticas de sociabilidade literária em Portugal no século XVII: contributos para a constituição do «Campo Literário»
- 1. Considerações teóricas sobre a formação do «Campo Literário»
- 2. Instâncias de consagração da actividade literária
- 2.1. Mecenato, opinião pública e censura literária
- 2.2. Academias literárias: singularidades do movimento
- 2.3. Académicos e academias literárias eborenses
- 2.3.1. Génese e funcionamento
- 2.3.2. Os letrados e a actividade literária
- 2.3.3. “Campo Literário”: um espaço de tomadas de posição artísticas
Capítulo II. Os críticos eborenses e a codificação poética nos inícios de Seiscentos
- 1. Teorização poética e contenda camoniana: as divergências entre Manuel Severim de Faria e Manuel Pires de Almeida
- 1.1. Uma questão de “arte” e “engenho”: a oposição sobre o paradigma poético
- 1.1.1. Imitação poética, unidade e multiplicidade da acção
- 1.1.2. Finalidades da poesia
- 1.1.3. Mitologia pagã, deleite e alegorização
- 1.1.4. Linguagem poética
- 2. Manuel Pires de Almeida: a reivindicação de uma nova “homologia” para Os Lusíadas
- 2.1. A problemática do “Furto” e da “Imitação”
- 2.2. Mito pagão e sentidos alegóricos: a ingerência do poder religioso no literário
- 3. A propósito da crítica ao poema Ulisseia ou Lisboa Edificada de Gabriel Pereira de Castro
- 3.1. Uma carta inédita de Manuel Severim de Faria a Bernarda Ferreira de Lacerda
- 3.1.1. A crítica ao poema
- 3.2. O comentário de Manuel Pires de Almeida ao Discurso Poético de Manuel de Galhegos
- 4. Subsídios para uma Poética da História
Manoel Severim de Faria
Anexo
