Table des matières
1. Introdução
2. Elvas islâmica
2.1. Elvas e a evolução do poder no Gharb al-Andalus
- 2.1.1. A conquista: formação da Kûra de Mérida
- 2.1.2. O período emiral: Ibn Marwân e Albasharnal
- 2.1.3. O califado: Yalbash nos itinerários de época islâmica
- 2.1.4. A Taifa de Badajoz: Yalbash sob o domínio aftácida.
- 2.1.5. O domínio dos impérios norte-africanos: a madîna Yalbash dos séculos XII e XIII
2.3. O sistema defensivo
- 2.3.1. Alcáçova
- 2.3.1.1. Cortinas e torres da Alcáçova
- 2.3.1.2. As portas
- 2.3.1.2.1. Porta da Traição
- 2.3.1.2.2. Porta da Alcáçova ou do Miradeiro
- 2.3.1.2.3. Porta do Templo
- 2.3.2. Medina
- 2.3.2.1. Portas
- 2.3.2.2. Torres
- 2.3.3. Fortificações rurais
- 2.3.3.1. Povoamento e defesa (qariya e hisn)
- 2.3.3.2. Atalaias e rede viária
3. Elvas cristã
3.3. O reforço das estruturas defensivas
- 3.3.1. O castelo
- 3.3.2. A manutenção da “cerca velha”
- 3.3.2.1. As portas da “cerca velha”
- 3.3.2.1.1. Porta dos Banhos
- 3.3.2.1.2. Porta Nova
- 3.3.2.1.3. Porta de Santiago
- 3.3.2.1.4. Porta do Bispo
- 3.3.2.1.5. Porta de S. Martinho
- 3.3.2.2. A torre nova
- 3.3.2.3. A “cerca velha” e o crescimento urbano
- 3.3.3. A construção da “cerca fernandina” ou “cerca nova”
- 3.3.3.1. Definição das muralhas
- 3.3.3.2. Obras nas muralhas – um pesado encargo do concelho
- 3.3.3.3. A reparação das muralhas pelo “povo meudo”
- 3.3.3.4. As perspectivas de Duarte D’armas
- 3.3.4. Atalaias e torres no termo
3.4. Os espaços
- 3.4.1. Vectores do crescimento urbano
- 3.4.2. A Alcáçova e a Corujeira
- 3.4.3. O dispositivo viário da antiga medina
- 3.4.3.1. Os Açougues, a Sapataria, a Ferraria e a Judaria Velha
- 3.4.3.2. A rua dos Mercadores e a rua de Alcobaça
- 3.4.3.3. Outros arruamentos
- 3.4.4. De arrabaldes a bairros intramuros
- 3.4.4.1. Eixos principais do antigo arrabalde
- 3.4.4.1.1. A Feira e seus acessos
- 3.4.4.1.2. A Praça
- 3.4.4.1.3. Os adros
- 3.4.4.2. Regularidade dos novos bairros
- 3.4.4.3. Zonagem moral e lúdica
- 3.4.4.3.1. A mancebia
- 3.4.4.3.2. A rua do Tavolado
- 3.4.4.4. A “cintura industrial”
- 3.4.4.5. Os espaços das minorias
- 3.4.4.5.1. Espaços da minoria judaica
- A judiaria velha
- A judiaria nova
- 3.4.4.5.2. Espaços da minoria mudéjar
- Mouraria
- Os almocovares
- 3.4.5. As construções
- 3.4.5.1. A casa comum
- 3.4.5.2. Espaços de transformação, comércio e armazenamento
- 3.4.5.2.1. Tendas
- 3.4.5.2.2. Covas de pão
- 3.4.5.2.3. Os lagares
- 3.4.5.3. Construções de prestígio
- 3.4.5.3.1. O mosteiro de S. Domingos
- 3.4.5.3.2. As igrejas
- 3.4.5.3.3. Os paços
- Os paços da administração municipal
- 3.4.5.3.4. A torre do relógio
- 3.4.5.3.5. Os açougues
- 3.4.5.4. Técnicas e materiais de construções
- 3.4.5.5. A água
- 3.4.5.5.1. Poços e cisternas
- 3.4.5.5.2. Chafarizes
- 3.4.5.5.3. Banhos
- 3.4.6. O espaço periurbano
3.5. As gentes
- 3.5.1. A população
- 3.5.2. A sociedade
- 3.5.2.1. O clero
- 3.5.2.1.1. O clero secular
- 3.5.2.1.2. O clero regular
- 3.5.2.1.3. As ordens religiosas-militares
- 3.5.2.1.4. Comunidades de leigos
- 3.5.2.2. A nobreza
- 3.5.2.2.1. Os fiéis vassalos de D. Afonso III
- 3.5.2.2.2. Os protegidos da Ínclita Geração
- 3.5.2.2.3. Fidalgos da casa real de D. Afonso V
- 3.5.2.3. As elites locais
- 3.5.2.3.1. O século XIV, período de afirmação de linhagens locais
- 3.5.2.3.2. A crise de 1383-85 e a consolidação de algumas linhagens elvenses
- Abreus (e Pessanhas)
- Silva
- Vasconcelos
- Pegados e Tinocos
- Gamas e Subtis
- Cabeça e Lobeira
- Gil Fernandes – realidade e mito
- 3.5.2.4. O povo
- 3.5.2.4.1. Cavaleiros-vilãos e outros estratos superiores do povo
- 3.5.2.4.2. Os estratos intermédios do povo
- 3.5.2.4.3. Os estratos populares inferiores: assoldados e jornaleiros
- 3.5.2.4.4. Marginais e pobres
- 3.5.2.5. A minoria judaica
- 3.5.2.5.1. A organização da comuna
- 3.5.2.5.2. Actividades económicas
- 3.5.2.5.3. Relacionamentos e quotidiano
- 3.5.2.6. A minoria mudéjar
- 3.5.2.6.1. Organização interna da comuna
- 3.5.2.6.2. Tributos, encargos e isenções
- 3.5.2.6.3. Actividades económicas
- A agro-pecuária
- Artesanato e comércio
- 3.5.2.6.4. Aspectos demográficos
- 3.5.2.6.5. Identificação e onomástica
- 3.5.2.6.6. Uma elite mudéjar – os Cigarros de Elvas
- 3.5.2.6.7. Relações e cumplicidades
- 3.5.2.7. Escravos
