Table des matières
Antónia Fialho Conde et António Camões Gouveia
PrefácioDomingas Osswald et Walter Osswald
ProémioRecuperar e dar sentido - o caso do Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões
Parte I - O silêncio e o espaço monástico
1. O silêncio, a vivência do sagrado e a memória
Antónia Fialho Conde
Ambiência monástica e prática litúrgico-musical pós-tridentinas no mosteiro de S. Bento de Cástris2. Expressões de religiosidade versus espaço claustral
Elisa Lessa
Guardar o silêncio, cantar louvores ao Divino: a vida intramuros das monjas de Cister- Introdução
- A regulamentação da vida espiritual
- O Capítulo Geral de 1725 e a proibição do canto polifónico
- As Senhoras Músicas de Tabosa, Lorvão e Arouca e a prática musical
- O mosteiro de Celas, a eleição das Abadessas e a Madre Maria Josefa
- Música e Silêncio em Cástris
- Nota Final
- Apêndice Documental
Luís Carlos Fortuna Henriques
O canto do ofício na Quaresma e Semana Santa no Mosteiro de S. Bento de CástrisO manuscrito P-EVad Ms 29 e a sua organização
Maria Teresa Canhoto Verão
São Bernardo e os azulejos da Igreja de São Bento de Cástris3. Da conservação da memória
Marta Tamagnini Mendes, Teresa Ferreira, Sílvia Pereira et al.
Levantamento de danos dos azulejos da Capela de Nossa Senhora do Rosário do Mosteiro de São Bento de CástrisMilene Gil, Joana Costa, Luís Dias et al.
How did they do it? The mural painting workshop at the Convent of São Bento de CástrisParte II - A estética, o espaço e o tempo
1. Meditação, tempos e espaços
José Luis Campano Calvo, José Luis Campano Aguirre et Eduardo Campano Aguirre
Coros altos y bajos en las iglesias de los monasterios de la Orden del CisterAna Maria Tavares Martins, Antónia Fialho Conde, Jorge S. Carlos et al.
Contributos para o estudo da arquitectura cisterciense, em Portugal, no âmbito do Projecto ORFEUS: forma e músicaJoão C. G. Lanzinha, Miguel C. S. Nepomuceno, Ana Maria Tavares Martins et al.
Metodologia para avaliação exploratória do comportamento acústico da Igreja do Mosteiro de S. Bento de Cástris, Évora- 1. Introdução
- 2. Características da igreja objeto de estudo
- 3. Determinação dos tempos de reverberação
- 3.1. A reverberação e a inteligibilidade do som
- 3.2. Etapas e equipamento utilizado no desenvolvimento do estudo
- 3.3. Metodologia adotada no caso de estudo
- 4. Resultados esperados e trabalhos futuros
- 5. Conclusões
Maria Teresa Santos
Hildegarda de Bingen. Da descontinuidade na cultura europeia à retoma do espaço públicoVanda de Sá
Irmandade de Santa Cecília - Implementação local na segunda metade do século XVIII: Évora e PortoLuís Carlos Fortuna Henriques
O ofício de Matinas para Festa de São BernardoO testemunho do manuscrito P-AR Ms 25
2. S. Bento de Cástris e a estética musical contra-reformista
Susana Caldeira
Glória Angelical- Introduction
- Could it be a painting that was resized and reshaped?
- The inventories of Saint Benedict of Cástris in 1858 and 1890
- The instruments represented – original and alteration
- The plucked instrument (at left)
- The wind instrument
- The vihuela de arco
- The harp
- Vihuela d’arco – Fiddle?
- Instruments used in Cástris: does this painting reflect some of the realities of instrument playing at the Cástris monastery ?
- Conclusion
Ana Paula Tudela
Os mestres organeiros Cunhas e o órgão que a abadessa D. Córdola Francisca mandou fazer em 1741 para o coro de cima do mosteiro de São Bento de Cástris- Nascimento e naturalidade de Felipe da Cunha
- Organaria portuguesa, organeiros galegos
- Contexto da chegada de Felipe da Cunha à corte de Lisboa
- Organeiros da Real Capela da Bemposta
- Moradas e oficina em Lisboa
- Os órgãos portativos dos Cunhas
- Órgão do Convento de S. Bento de Cástris inaugurado em 1742: exercício de imaginação
- Um órgão de Felipe da Cunha para um mosteiro feminino
- Órgãos de conventos femininos afiliados a Cister e de outros conventos femininos de diversas afiliações
- Reflexão sobre a tipologia e o paradeiro do órgão do Coro de Cima
- O pagamento e a entrega do instrumento
- Catálogo provisório das Oficinas Cunhas
- Reflexões Finais
Filipe Santos Mesquita de Oliveira
A questão interpretativa no contexto de Cister no testemunho do Manuscrito Musical 32 do Arquivo Distrital de Évora
